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seteventos Posts

“11 de Setembro”, de Alain Brigand.

September 11, produzido por Alain Brigand.

September 11, produzido por Alain Brigand.Onze curtas de onze minutos e nove segundos. Os números aqui remetem aos acontecimentos ocorridos na New York de 11 de Setembro de 2001. Mas esta seria uma das únicas regras estabelecidas aos onze diretores convidados para colaborar cada um com um curta que integrasse ao projeto do francês Alain Brigand. Afora o fato de que a inspiração para os curtas partisse do atentado de 2001 e a duração dos mesmos foi dada total liberdade aos diretores dos mais distantes recantos do mundo. Os resultados são, geralmente, bastante interessantes e, por vezes, insatisfatórios. O diretor mais criativo foi mesmo Sean Penn, que causa espanto e risos com seu uso das sombras das torres gêmeas. As tentativas mais humanitárias foram do mexicano Iñarrítu e da indiana Mira Nair, infelizmente seus episódios suspenderam juntos, e cada um a sua maneira, uma pieguice que incomoda. O curta mais equivocado é o do egípcio Youssef Chahine: encerram-se seus onze minutos e você acaba perguntando pra si próprio se Kika foi mesmo a pior coisa que já viu. No mínimo merece estar ao lado do filme de Almodóvar. Por último, temos o curta mais sem relação com o fatídico 11 de Setembro, no qual um soldado japonês volta da guerra exibindo comportamento idêntico ao de uma cobra. O curta de Shohei Imamura só poderia mesmo ter vindo daquela parte do oriente, responsável por algumas das invenções mais idílicas do planeta. O que não necessariamente é sinônimo de qualidade…

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Maria Rita. [download: mp3]

Maria Rita (album)

Maria Rita (album)A filha de uma grande figura da música brasileira. Uma mega-campanha de lançamento. Um especial na calada da noite de um domingo. Comentários disfarçadamente sutis da boca de personalidades da TV. Um disco a preço convidativamente mais baixo do que costuma ter um lançamento. E, temos assim, automaticamente construída uma estrela da MPB, que já no primeiro disco, ora vejam, é elevada a categoria de diva. Os elogios são muitos e não cessam: ela tem um repertório de primeira; ela é uma excelente cantora; ela tem classe e tem um frescor e qualidade que há muito tempo não se vê na música brasileira…há também os elogios que derivam-se da mãe, Elis Regina: ela tem a voz da mãe; ela tem um canto emocionante como Elis; ela tem uma aura na apresentação ao vivo como Elis tinha…Bem, é esse mesmo o problema. Na verdade ela tem todas as qualidades da mãe, mas todas em muito menor grau. É o mesmo estilo, a mesma voz, o mesmo repertório estranho, os mesmos arranjos interessantes, a mesma performance no palco. Mas, se tudo é tão desmedidamente o mesmo, o que me motivaria a ouvi-la e aprecia-la? Entre o original e a cópia não faz nenhum sentido ficar com a segunda. E não há qualquer diferencial em Maria Rita, a cópia, que justifique uma celeuma tão grande. Deve-se, sim, ouvir ainda mais o original, Elis Regina. Maria Rita é boa sim, mas Elis era única e definitiva. E para os fãs que já se declararam como tal, nem bem a moça colocou seu disco no mercado, lamento muito: o primeiro disco de Maria Rita não é nada mais do que o novo disco de Elis Regina. Ainda prefiro os de catálogo.

senha: seteventos.org

http://www.badongo.com/file/4558599

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Muse – Origin of Symmetry (+ 1 faixa bônus). [download: mp3]

Muse - Origin of Symmetry

Muse - Origin of SymmetryAdoro arriscar e ouvir coisas que não conheço e que que me chamaram a atenção pelo apelo linguístico ou visual, principalmente quando não estou pagando pelo risco. No caso do Muse, tanto o nome da banda quanto a capa dos álbuns me fisgou. Resolvi baixar alguns arquivos em mp3 e gostei do que ouvi. Virei fã, não de carteirinha, mas daqueles que recomendam e passam adiante. Pelo que li na internet (muito pouco ainda, já que conheci a banda há poucos dias), há comparações entre eles e o Radiohead, por exemplo, ou mesmo Coldplay. Não posso negar algumas semelhanças, como os falsetes do vocalista, embora ele os assuma com mais vontade e sem medo. No entanto ele o faz com seriedade, sem fazer disso uma piada como no caso do The Darkness. Também como semelhanças entre as três bandas possa estar o fato de que elas produzam músicas muito boas, hits arrasa-quarteirão, mas também muita música chata. Mas com o Muse mesmo as músicas chatas são mais interessantes e audíveis do que o que o Radiohead e Coldplay produzem em seus discos, tirando os singles. O álbum de 2001, Origin of Symmetry, não foi o primeiro com o qual tive contato, mas é prazeroso de se ouvir, várias vezes, em seguida mesmo. Não deixe de escutar com atenção e espaço na sala a espetacular “Plug in Baby”.

[music]rapidshare.com/files/279570269/muse_-_symmetry.zip[/music]

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2 Comentários

Eu quero ser um náufrago! (na ilha de Matthew Fox) [fotos]

Matthew Fox - Details Magazine
Como não ser tomado por uma súbita e incontrolável vontade de estar num avião que se espatife em uma ilha perdida no meio do oceano tendo como única companhia um passageiro como Matthew Fox?!? Ai, minha santa protetora das aeronaves, me desculpe, mas tendo esse mote não há como não indicar o monumentalmente-hiper-sexy ator americano como adônis do seteventos.blog ~. Aquilo não é um homem: é uma divindade digna de adoração! Sendo assim, fica aqui uma pequena fotinho de amostra da beleza deste gajo morenão, ora pois! Gostou? Quer bem mais fotos deste monumental exemplo de masculinidade, este quarentão colossal?

Clique neste link para conferir o álbum!

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Estréia! Projeto Cabong! (agradecimentos a Pepe Legal)

Dan Brown - Da Vinci Code

Sim!! Essa é a nossa chance de fundar, de uma vez por todas, um mundo mais feliz! Como?!? Basta enviar um email para seteventos.org, revelando qual figura insuportável do mundo pop, de fama mundial ou nacional, você mataria e como você o faria. Como webmaster do site e pioneiro do evento, que promete mobilizar as massas em larguíssima escala pelo mundo, eu serei o felizardo a indicar quem e como morreria o primeiro a ter honra de integrar a lista do movimento.

Dan Brown - Da Vinci CodeÉ claro! A primeira figura do mundo pop a sucumbir ante a fúria, glória e poder do Projeto Cabong! só poderia mesmo ser esse xarope desse escritor americano. Raios!! Quem foi o infeliz que teve a idéia estapafúrdia de editar um livro que se baseia em acontecimentos da bíblia para criar um thriller policial de investigação que, ainda por cima, envolve figurões da arte européia?!? (vou considerar seriamente a possibilidade de integrar o editor à lista do movimento) Já não basta os milhões de pessoas que crêem no absurdo do que está escrito na bíblia ser verdadeiro, ainda tem gente acreditando que toda aquela abobrinha que saiu da mente torpe daquele nerd americano é verdade?!? Meu pai me abane!! Como se A Profecia Celestina e seus inúmeráveis guias de leitura não fossem o bastante ainda temos que aguentar os “desvendando” e “como ler” O Código Da Vinci !!?! Ah, me poupem, me economizem! Bem, mas como nos livraríamos do insuportável do Dawn Brown? Eu já decidi a melhor maneira, com requintes de crueldade: o inútil seria colocado numa sala repleta de caixas de som por todos os lados e exposto a intermináveis horas de audição da leitura de TODOS os livros de Paulo Coelho pelos fãs do esotérico brasileiro!!!! Como suportar, sem um fulminante ataque cardíaco, a leitura apaixonada de trechos de O Alquimista, por exemplo?

Então? Animado com a verdadeira e definitiva possibilidade de um mundo melhor? Mãos a obra e mande a sua sugestão para o Projeto Cabong!

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