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Tag: reino unido

Placebo – Sleeping with Ghosts. [download: mp3]

Placebo - Sleeping With GhostsNão me eximo der comentar que sou um dos que teve a sorte de desfrutar de uma apresentação ao vivo de Placebo, que supreendentemente ocorreu aqui em Florianópolis, no ano passado. Outra oportunidade como essa, aqui na cidade onde moro, será difícil.
A turnê em questão, da qual fazia parte a apresentação na minha ciadade, ainda era a que promove o mais recente álbum da banda, Sleeping with Ghosts. Se comparado aos álbuns anteriores da banda, Sleeping with Ghosts nos sugere levemente que a banda está mais solta: suas melodias punk-rock já conseguem conviver com sutis experimentações mais eletrônicas, como é o casa da animadíssima faixa 2 do álbum,“English Summer Rain”, na qual Brian anuncia os aspectos imutáveis de sua sisuda terra-natal, a Inglaterra, usando como analogia a famosa e onipresente chuva britânica. Também pode entrar nessa classificação “Something Rotten”, que apesar do inconfundível estilo da banda se apresentar bastante claro, percebe-se algo de bjorkiano na atmosfera eletrônico-inusitada da faixa em questão.
Como de praxe, há os irresistíveis singles, especialidade de uma banda que consegue muito bem mesclar sua formidável habilidade comercial à uma criatividade impressionante. “Bitter End”, primeiro single lançado do disco, tem insistentes e deliciosos riffs de guitarra aliados à uma bateria precisa. Outro single seria “Special Needs”, que possui intro nostálgica que alia um baixo certeiro à acordes nostálgicos de piano. É a melodia certa para uma música que trata de um passado recente, mas que não deixa nunca de se configurar como irrecuperável.
E não vamos esquecer que o Placebo, mesmo que mais conhecido pelas sua canções cheias de energia, ainda tem o mérito de compor faixas de uma leveza tocante, o que faz a banda assemelhar-se muito à outra, já extinta, o Smashing Pumpkins. A faixa que fecha o disco, “Centrefolds”, é uma das composições mais belas já feitas pela banda, com letras de uma passionalidade afetiva capaz de levar qualquer um às lágrimas.
E se você está animado com a possibilidade de ouvir este que é o último álbum da banda, saiba ainda que o Placebo já anunciou um novo álbum, ainda sem título, com lançamento previsto para 13 de março de 2006. Uma notícia fantástica para deixar qualquer fã de boa música menos irritado com as inevitáveis decepções de cada ano novo. Links para baixar Sleeping with Ghosts logo depois da lista de faixas.

http://hippohome.homeip.net/magda/download/placebo.zip

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“Billy Elliot”, de Stephen Daldry.

Billy ElliotBilly Elliot, um humilde garoto de 12 anos, orfão de mãe suicida e filho e irmão de mineiros, vive em uma pequena cidade cujo economia gira em torno, justamente, das minas de carvão. Enquanto seu irmão e seu pai ocupam-se e lutor por melhores salários e condições de trabalha organizando uma greve, Billy acaba perdendo o interesse pelo boxe, esporte que já foi praticado pelo seu pai rude e, aparentemente insensível, e apaixona-se por uma atividade numa cidade repleta de homens como o seu pai: o ballet. A instrutora percebe o talento e o enorme interesse do menino para a atividade e decide, então, treiná-lo para tentar uma vaga Academia Real Inglessa de Ballet. No entanto, Billy e sua mestre terão uma tarefa difícil pela frente: lutar contra o preconceito e a recusa da família do menino.
Billy Elliot é divertido, é bem feito, tem uma trilha sonora bacana, um roteiro simpático, boas atuações e, portanto, acaba cativando e, até mesmo, emocionando o espectador. Porém, sou obrigado a dizer que não vai além disso mesmo, pois se trata, assim, de mais um filme bonitinho de pessoas que investem em atividades não muito bem vistas e que, portanto, tem de superar diversos obstáculos. Há inúmeros filmes com o mesmo argumento. O único mérito deste filme, em vista de tantos outros com o mesmo mote, é que Billy Elliot não chega a exceder a cota do sentimentalismo barato e pieguices, armadilha fácil em filmes que tratam de temas como esse. De resto, é tão somente um filme assistível e mediano. Para uma tarde (ou noite mesmo) em que você não encontra nada para fazer e não há uma opção mais interessante, é um passatempo competente, sem contra-indicações. Mas de tão deja vu você esqueçe ele tão logo desliga a TV.

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Muse – Absolution. [download: mp3]

Muse - AbsolutionMinha predileção e absoluta adoração por Tori Amos fazia-me crêer que nunca encontraria um equivalente no solo masculino para idolatria. Demorou, mas achei Rufus Wainwright, que obteve em mim o mesmo efeito de paixão instantânea ouvindo apenas uma música. Ainda assim não acha que encontraria uma banda que idolatraria, já que sempre fui um pouco ruim para bandas. E enquanto isso meu lado pop se apaixonava lentamente cada vez mais pelo The Cardigans, assim como aconteceu com Björk, um amor que nasceu sofrido e devagar. Com o lançamento de Super Extra Gravity, a paixão concretizou-se completamente e agora, para mim, The Cardigans figura como a melhor banda da música pop do mundo. E só para provar que eu estava muito errado, pouco antes de ter a idéia de fazer este blog este ano, encontrei o Muse. E tudo ocorreu da mesma forma que ocorreu com Tori Amos e Rufus Wainwright. Foi instantâneo. Até algumas semanas atrás minha personalidade e gostos arredios teimavam em recusar-se a elevar Muse ao topo máximo da minha idolatria. Não deu certo. Eles venceram. Para minha sorte, claro.
Muse é, na minha opinião, a melhor banda de rock da atualidade. Todas, absolutamente todas as outras ficam bem abaixo do trio britânico. No álbum anterior, Origin of Symmetry, a banda mostrou o quanto pode construir uma sonoridade rock enérgica, sem apelações mas guardando ainda em si o necessário apelo comercial. Em Absolution, seu álbum mais recente, a banda compõe um maior número de canções mais calmas e suaves, mas ainda mostra músicas que tem a capacidade de ser singles poderosos, como a arrasadora “Hysteria”, uma canção que retrata um amor passional e como diz o título, histérico e “Stockholm Syndrome”, cheia de amargura, soa estranha a primeira audição, mas explode em riffs de guitarra irresistíveis até para uma pessoa como eu que, até então, não tinha qualquer atração por intros ou solos desse tipo. Tirando tudo isso, ainda temos a canção que abre o disco, “Intro” , que reproduz uma marcha militar que finaliza com gritos de reverência que remetem o ouvinte, intencionalmente, as celebrações nazistas em homenagem à Hitler. E isso serve apenas de abertura para a canção “Apocalypse, Please”, que é de chorar de tão linda e poderosa. Os acordes no piano são tão fortes que não há como não imaginar – tendo em conjunto o nome de música e a genial imagem da capa do disco – uma horda de anjos e uma orgia de desastres em um bíblico dia do juízo final. Arrepia os pelos do corpo inteiro ao ouvir. É só se jogar de um prédio de 40 andares pra complementar o efeito da canção.

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Depeche Mode – Playing the Angel. [download: mp3]

Depeche Mode - Playing The Angel

Depeche Mode - Playing The AngelÉ impressionante o que faz uma escuta mais atenta. Este álbum fermentou um mês no meu hard drive até que eu, por pura teimosia, insisti em dar-lhe uma segunda audição. Na primeira vez que o ouvi (sem muita atenção, confesso), o achei tão ruim que tive vontade de apaga-lo do meu computador. Tive a nítida impressão de ser isto apenas um apanhado de canções inaudíveis e repletas de ruídos irritantes. Ainda bem que sou mesmo teimoso.
Nesta segunda audição tive, pela primeira vez, a mais plena sensação de que todos vivemos momentos de imbecilidade acéfala. Só isso explicaria minha primeira impressão. Playing the Angel não é um álbum brilhante mas, sem dúvidas, é um belo disco. Mas é bom avisar: com este lançamento o Depeche Mode distancia-se muito do seus trabalhos mais recentes. Playing the Angel é feito, essencialmente, de canções vigorosas, construídas com base em arranjos eletrônicos que saltam aos olhos (ou melhor, aos ouvidos). Há muito pouco aqui que lembre instumentos acústicos, diferentemente dos discos anteriores da banda, em que guitarras, baixos e até baterias foram manejadas de forma a criar um todo harmônico. Playing the Angel chega mesmo a agredir a audição, mas agrada em cheio com escutas mais intensas e insistentes. É muito provável que a banda intensionasse criar um disco que lembra-se seus trabalhos dos início de carreira, na qual era a estrela maior do Technopop/Europop, já que há muito tempo se distanciava cada vez mais de suas melodias calcadas no eletrônico. É impossível não fazer refêrencias diretas, depois de ouvir este novo disco, as clássicas “Everything Counts”, “Enjoy the Silence” e “Personal Jesus”. Há mesmo nuances de uma inocência nostálgica nas melodias de Playing the Angel mas, no seu âmago, é um álbum nascido da mais pura beleza violenta e caótica. Os links para download seguem depois da lista de faixas. Aproveite!

http://rapidshare.de/files/6178863/Depeche_Mode-Playing_the_Angel-2005-BitchX.RU_arc_1.zip.html

http://rapidshare.de/files/6181356/Depeche_Mode-Playing_the_Angel-2005-BitchX.RU_arc_2.zip.html

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“Extermínio”, de Danny Boyle.

28 Days Later, de Danny Boyle

28 Days Later, de Danny BoyleA indústria cinematográfica americana é mesmo admirável: é impressionante como ela consegue abafar o talento da maior parte dos cineastas não-americanos que se arriscam por lá. O diretor escocês Danny Boyle pode ser considerado um dos muitos a figurar como exemplo de tal teoria: produzindo na Europa, criou o excelente Cova Rasa e também Trainspotting que, apesar de dividir opiniões é, ao menos, uma tentativa ousada. Evidentemente que o sucesso de público não passou despercebido pelos produtores americanos e, lá foi Boyle, fisgado por prospostas financeiras irrecusáveis. Todo mundo sabe como acabam essas coisas, e com Boyle não foi diferente: ele penou com dois amargos fracassos de público e crítica: Por uma vida menos ordinária e A praia. Agora o diretor escocês volta a filmar na Europa depois de alguns bons anos e, para a alegria de seus fãs, redime-se de seus erros com uma fenomenal reestréia.
O roteiro volta a ser o ponto forte do diretor: depois de um pequeno prólogo, Extermínio mostra uma Inglaterra despovoada devido a mortes e êxodo em massa que ocorreram em um espaço de pouco menos de um mês. O protagonista é um jovem que entrou em coma pouco antes do surgimento da doença e acorda, completamente sozinho, 28 dias depois (daí o nome original do filme) em um hospital sem estar a par de nada do que aconteceu. Vagueando pela agora desértica Inglaterra ele encontra outros sobreviventes e descobre a verdade: os poucos que sobreviveram vivem em uma constante luta contra uma horda de “infectados”, vítimas de uma violenta epidemia de uma variante da Raiva que transforma, em poucos segundos, qualquer um que entrar em contato com seu sangue em zumbis histéricos sem qualquer resquício de racionalidade. O resultado é uma Inglaterra apocalíptica: o governo desapareceu, falta luz, água e os meios de comunicação pararam de funcionar.
Danny Boyle é um dos diretores que mais consegue manter tensa sua platéia e, especialmente neste filme, ele o faz de forma intensa. Primeiro, porque não há como manter-se indiferente as cenas que apresentam um mundo abandonado e despovoado. Depois, porque é assustadora a epidemia de raiva retratada no filme, que dizimou populações em poucos dias e varre o que há de humano em qualquer um, esteja ou não-infectado. Isso porque os poucos humanos saudáveis que lutam para sobreviver acabam perdendo tanto sua humanidade quanto os “infectados” (e o filme mostra isso muito bem). Por fim, e como consequência deste último dado, a violência do filme é das mais impressionantes nos últimos anos no cinema, não apenas visualmente como psicologicamente. Tudo isso junto acaba fazendo o espectador mover-se inquietantemente na poltrona.
Há ainda uma última curiosidade: quando da sua exibição em salas de cinema, o longa apresentou dois finais, sendo que o segundo era uma conclusão alternativa da estória, e era exibido logo após os creditos finais do filme. Muitos acabaram criticando o final “oficial” da estória dizendo que ele é por demais otimista, preferindo adotar como fim a segunda opção, verdadeiramente pessimista, diga-se de passagem. O final “oficial” é otimista, é bem verdade. No entanto, isso não tira os méritos do filme e, até mesmo, consegue abrilhantar ainda mais seu roteiro: afinal de contas, para aqueles que, como eu, são adeptos do “joguem uma bomba e comecemos tudo de novo”, chega a causar alegria a idéia de que, um dia, seria possível refazer a humanidade tendo a chance de fazê-lo direito.

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Goldfrapp – Supernature. [download: mp3]

Goldfrapp - Supernature

Goldfrapp - SupernatureA dupla britânica da música eletrônica Goldfrapp, formada por Will Gregory e Alison Goldfrapp, iniciou sua carreira com o disco Felt Mountain, um libelo soturno a sonoridades mais estranhas, do cabaré a trilha sonora dos filmes dos idos de 1940/1950. Mais tarde foi lançado Black Cherry, belo disco mais dançante, no qual a dupla pisa com mais segurança no terreno do eletrônico. Finalmente, este ano, Goldfrapp lança Supernature, um album deliciosamente pop, totlamente assumido como tal. A arte do single “Ooh la la” nos traz a mente um “q” de Kraftwerk, bem como o videoclipe da canção. Isso não é por acaso, o álbum é mesmo composto por arranjos retrôs que invadem a mente com sonoridades sutis que soam como o tecnopop dos anos 80. Porém, tudo é fartamente embebido pela elegância e sensualidade que a dupla sabe, como ninguém atualmente, colocar na música pop. Até mesmo as faixas mais requebrantes, como “Lovely 2 c u” e “Slide in” , conseguem chamar quem a ouve para se acabar numa pista, sem nunca deixar de ser chique. Feito pra ouvir cantando e dançando feito um doido, também pode ser devidamente aproveitado esparramado sensualmente num sofá de tecido aveludado em tons vermelho-sangue, acompanhado por tragos sutis de um cigarro Charm ou Carlton. Baixe já o álbum completo entrando no link que segue depois da lista de músicas e confira com seus próprios ouvidos.

http://www.megaupload.com/?d=9B4FFV63

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“Swimming Pool”, de François Ozon.

Swimming Pool, de François Ozon.

Swimming Pool, de François Ozon.Até ver este filme não tinha qualquer contato com seu cinema. No entanto, para alguém informado e que goste realmente de cinema, não é difícil ficar sabendo da existência dele. Egocêntrico, metido, presunçoso. Não sei se tudo acaba sucedendo em um bom filme no caso dos outros filmes, mas em Swimming Poll – A beira da piscina tanta pretensão procede, assim como costuma acontecer com Lars Von Trier. O filme versa sobre Sarah Morton, uma escritora inglesa à moda de Aghata Christie, que tem uma crise criativa, pois pretende mudar o rumo de sua carreira, ao menos no que toca seu próximo livro. Sabendo disso, seu editor oferece sua casa de veraneio em uma pequena e agradabilíssima vila da França para que Sarah possa ter o relaxamento e renovação necessários para seu trabalho. Depois de pouco tempo lá, e já tendo iniciado um novo livro, ela acaba por ter que dividir a casa (e seu cotidiano), com a pouco ortodoxa e libertina filha francesa, e bastarda, de seu editor. As personalidades de ambas, como era de se prever, não tem qualquer afinidade, e está então lançado o conflito. Nada mais deve ser dito sobre o filme já que tudo são ambiguidades, e essa é a graça do filme, com um roteiro muito bem costurado. Apenas fica aqui o registro: nada é o que parece ser e tudo é o que parece ser. Ao menos, esse deve ter sido o desejo de Ozon: refletir sobre as várias leituras possíveis de uma obra artística. Visitas a foruns como os do mega portal de cinema imdb.com são divertidíssimas, tão logo se conclua a apreciação do filme.

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“11 de Setembro”, de Alain Brigand.

September 11, produzido por Alain Brigand.

September 11, produzido por Alain Brigand.Onze curtas de onze minutos e nove segundos. Os números aqui remetem aos acontecimentos ocorridos na New York de 11 de Setembro de 2001. Mas esta seria uma das únicas regras estabelecidas aos onze diretores convidados para colaborar cada um com um curta que integrasse ao projeto do francês Alain Brigand. Afora o fato de que a inspiração para os curtas partisse do atentado de 2001 e a duração dos mesmos foi dada total liberdade aos diretores dos mais distantes recantos do mundo. Os resultados são, geralmente, bastante interessantes e, por vezes, insatisfatórios. O diretor mais criativo foi mesmo Sean Penn, que causa espanto e risos com seu uso das sombras das torres gêmeas. As tentativas mais humanitárias foram do mexicano Iñarrítu e da indiana Mira Nair, infelizmente seus episódios suspenderam juntos, e cada um a sua maneira, uma pieguice que incomoda. O curta mais equivocado é o do egípcio Youssef Chahine: encerram-se seus onze minutos e você acaba perguntando pra si próprio se Kika foi mesmo a pior coisa que já viu. No mínimo merece estar ao lado do filme de Almodóvar. Por último, temos o curta mais sem relação com o fatídico 11 de Setembro, no qual um soldado japonês volta da guerra exibindo comportamento idêntico ao de uma cobra. O curta de Shohei Imamura só poderia mesmo ter vindo daquela parte do oriente, responsável por algumas das invenções mais idílicas do planeta. O que não necessariamente é sinônimo de qualidade…

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Muse – Origin of Symmetry (+ 1 faixa bônus). [download: mp3]

Muse - Origin of Symmetry

Muse - Origin of SymmetryAdoro arriscar e ouvir coisas que não conheço e que que me chamaram a atenção pelo apelo linguístico ou visual, principalmente quando não estou pagando pelo risco. No caso do Muse, tanto o nome da banda quanto a capa dos álbuns me fisgou. Resolvi baixar alguns arquivos em mp3 e gostei do que ouvi. Virei fã, não de carteirinha, mas daqueles que recomendam e passam adiante. Pelo que li na internet (muito pouco ainda, já que conheci a banda há poucos dias), há comparações entre eles e o Radiohead, por exemplo, ou mesmo Coldplay. Não posso negar algumas semelhanças, como os falsetes do vocalista, embora ele os assuma com mais vontade e sem medo. No entanto ele o faz com seriedade, sem fazer disso uma piada como no caso do The Darkness. Também como semelhanças entre as três bandas possa estar o fato de que elas produzam músicas muito boas, hits arrasa-quarteirão, mas também muita música chata. Mas com o Muse mesmo as músicas chatas são mais interessantes e audíveis do que o que o Radiohead e Coldplay produzem em seus discos, tirando os singles. O álbum de 2001, Origin of Symmetry, não foi o primeiro com o qual tive contato, mas é prazeroso de se ouvir, várias vezes, em seguida mesmo. Não deixe de escutar com atenção e espaço na sala a espetacular “Plug in Baby”.

[music]rapidshare.com/files/279570269/muse_-_symmetry.zip[/music]

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