Antecipando o frisson da estréia hoje na Globo do seriado Lost – que substitui a excelente 24 horas -, trago para ao seteventos.org um dos homens mais badalados da série, o loiro Josh Holloway. O ator interpreta o sexy anti-herói Sawyer, sendo apenas um dos muitos motivos de se passar horas na frente da TV acompanhando Lost. Ele é de uma beleza avassaladora e uma masculinidade notável. Só mesmo a companhia de um homem tão apetitoso como única motivação para não cometer suicídio numa ilha perdida dando uma cabeçada num coco verde. No entanto, a minha crítica de sempre vai ser feita: podia ter menos cabelo nesse homem. Até mesmo Josh, em entrevistas para revistas americanas, disse que se irrita com os excessos da sua cabeleira fashion. E eu, como não poderia deixar de ser, fico feliz com o bom senso do ator. E por que não dizer, fico também torcendo para que alguém naquela ilha tenha sobrevivido ao desastre aéreo com uma boa tesoura e a segunda temporada da série se inicie com um Sawyer repaginado, mostrando toda a beleza fulgurante e muito mais masculina de um belo homem de cabelo curto. Vamos ao álbum? Não são muitas fotos, mas eu puxei a sardinha para o meu fogo e procurei reunir os ensaios de Josh dos seus tempos de modelo, quando não tinha longas madeixas. Porém, também há algumas fotos da fase Sawyer do ator.
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Não dou qualquer crédito à esta geraçãozinha de músicos “cool” da música internacional. Estou falando destes artistas que cantam com uma voz empostadamente sussurrante – estilo Vera Fischer mesmo – e que se assemelha muita à uma pessoa com a cabeça no travesseiro, acabando de acordar. Para você ter uma idéia mais precisa de qual estilo muscial eu estou me referindo, saiba que os maiores representantes desta geração – que se acha a cereja do sorvete, o último pacote do biscoito, ou seja, o maior acontecimento musical dos últimos tempos – são o asmático John Mayer e a anêmica Norah Jones.
No vídeo de um dos singles de Takk, quarto disco da banda islandesa Sigur Rós, uma trupe de crianças reune-se lentamente, numa jornada através do vasto ambiente islandês para, na conclusão do vídeo atirar-se sem pestanejar um imenso despenhadeiro. Todos o fazem sem hesitação, a não ser um garotinho, que mostra não ter certeza em unir-se às crianças que se dirigem ao horizonte. Com locações absolutamente deslumbrantes, o vídeo consegue retratar a canção e o universo musical da banda islandesa de forma precisa: uma atmosfera fabular e idílica se faz presente durante todo o vídeo, exatamente o que se sente ao escutar qualquer dos discos do Sigur Rós. Imperdível. Baixe o vídeo de “Glosoli” agora
Baseando-se nos acontecimentos das Olímpiadas de 1972, onde um atentado palestino nos aposentos de atletas israelenses resultou em inúmeras mortes de ambas as partes, Spielberg desenvolve a estória dos agentes israelenses encarregados de eliminar palestinos supostamente involvidos no acontecimento.
No dia 21 de abril – Tiradentes no Brasil – fãs americanos de um dos mais fabulosos jogos de horror para a plataforma Playstation já tem compromisso marcadíssimo – é a estréia da versão cinematográfica do primeiro jogo da série Silent Hill. Assisitindo o trailer já se percebe que os realizadores conseguiram atingir grande parte da atmosfera sonora e visual do game e, no seu fim, ouve-se um breve trecho da música tema do jogo – e a indicação de que ela será igualmente utilizada no longa-metragem. Essas são as boas notícias. O que talvez possa aborrecer os fãs seja o fato de que a protagonização da estória foi trocada: no jogo é o pai que enfrenta os perigos da cidade-fantasma em busca de sua filha; no filme, por sua vez, quem parte nessa jornada de horror é a mãe – que é meramente citada no jogo. Isso é, notadamente, um artíficio para atrair o público, já que aproxima o longa da recente onda de sucesso de filmes de horror como “O chamado” , “Escuridão” e “Dark Water”. Eu disse cidade-fantasma? Este é justamente o segundo problema: enquanto no game a cidade é habitada apenas e tão somente por uns poucos personagens desavisados ou que se encontram sub o jogo demoníaco de Silent Hill, no trailer vemos um bom número de habitantes – o que não quer dizer gente “normal”, entenda-se. Porém, há de se compreendeer que esses são efeitos do instrumento de adaptação da estória – poucas adaptações que o fazem linha por linha de texto resultam em boas obras. Resta saber se esse é o caso do filme Silent Hill. Não há outro remédio: o jeito é esperar a estráia no Brasil e torcer que as modificações não destruam uma estória das mais ricas e inteligentes do horror no mundo dos games. Ficou curioso? Baixe já o trailer usando o link abaixo e não deixe de baixar no segundo link duas músicas da aclamada trilha sonora do jogo, composta por Akira Yamaoka.