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Sete Ventos Posts

The Boy / Abril 2005: todo Diogo Veiga [fotos]

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O modelo que foi escolhido para estar no ensaio fotográfico do mês de Abril do The Boy de 2005 é o loiro Diogo Veiga. Diogo não seria por mim listado entre os mais bonitos que já apareceram no Terra, mas tem qualidades, sem dúvidas, inquestionáveis: tem feições extremamente masculinas (ao contário de alguns modelos jovens demais que já posaram e que tem cara de “Dado Dolabella”), pelos na medida certa distribuídos pelo corpo e um torax e abdômen que tem aquela beleza própria de quem nasceu gostoso, sem ter trabalho o corpo em excesso. O rosto do modelo é um pouco rude, mas é aí que reside seu charme. É daqueles homens que não incendiam a sua libido de imediato, mas que te conquistam aos poucos, sem pressa: você começa achando ele gentil, depois já se pega dizendo que ele é simpático e quando menos espera já está achando ele lindo. Aproveite o álbum aberto e o álbum fechado do modelo com fotos feitas pelo fotógrafo Cristiano Madureira.

Acesse: Fotos de Diogo Veiga: The Boy

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“A Teia de Chocolate”, de Claude Chabrol.

Merci Pour Le ChocolatMika a proprietária de uma fábrica de chocolates, vive com um grande pianista chamado André, viúvo de uma amiga sua, e com o filho introvertido deste. Após alguns anos juntos eles finalmente se casam. Para surpresa dos três, Louise, uma jovem pianista, surge na casa da família e revela que pode ser filha de André, por ocasião de uma possível troca de bebês na maternidade. Ao tomar contato com a família, Louise percebe que há algo de estranho acontecendo ali.
Chabrol constrói neste seu filme um mapa sobre a mais perigosa fonte de maldade: aquela que é involuntária e impulsionada, de certa forma, por boas intenções. Com o desenrolar da estória, o público começa a perceber que, de certa forma, as fatalidades que se abateram sobre esta família não tenha culpados que possam ser claramente definidos e que todos são responsáveis, em algum grau, por conivência e incredulidade. De forma sutil, discreta, repleta de um charme blasé e sem quaisquer estereótipos, Isabelle Huppert – esplêndida como de costume – consegue transmitir todas as nuances de uma mulher complexa, que age por impulsos que não podem ser definidos de forma estritamente simples. Porém, não apenas Huppert consegue brindar o espectador com uma atuação espetacular – todo o elenco mostra atuações precisas, na exata medida que o personagem exige: alguns contraladamente perturbados, outros descaradamente calculistas, outros ainda ingenuamente displicentes. Com tantos filmes americanos que tentam retratar a maldade presente no ser humano, mas que resvalam nas facilidades do maniqueísmo e da tipificação, é soberbo ver um filme que consegue mostrar que a maior perversidade existente não é a do criminoso ordinário, mas aquela que coexiste nas nuances da personalidade de todos nós.

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Álbum: Rusty Joiner [fotos]

Rusty Joiner é um daqueles modelos que acabam se especializando em um nicho específico da profissão: a modelagem para a mídia que cultua a atividade física, como a musculação, por exemplo. E ele realmente merece estar no seu posto: um loiraço de corpo escultural e que ainda possui um rosto lindo e olhar doce e ingênuo, apesar de ser o supra-sumo da virilidade. Não é um homem pra qualquer um não, tamanha a perfeição do garotão. Apesar de ele gostar de mostrar que fica muito bem despido, com inúmeras fotos insuportavelmente sensuais de sunga, Rusty Joiner também mostra o quanto pode ser atraente vestido da cabeça aos pés: veja as suas fotos com trajes de executivo e me diga se você não quer mesmo conhecer mais de perto a Wall Street, rua de New York repleta de homens vestidos à carater. É de sair correndo na noite de Reveillon para a praia mais próxima para jogar as compras do mês inteiras no mar como oferenda à Iemanjá pra receber um homem desses de presente. Enquanto prepara as caixas com os presentinhos para a entidade afro-brasileira, entre no álbum de fotos de Rusty Joiner e veja com seus próprios olhos essa beldade loura.

Acesse: Galeria de fotos de Rusty Joiner

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The White Stripes – Elephant. [download: mp3]

The White Stripes - Elephant“Seven Nation Army”, música que abre o disco da dupla do rock alternativo americano, é realmente uma das canções que mais dignamente receberia a nomenclatura “rock” nos últimos tempos. No entanto, tirando essa e mais algumas poucas faixas, não há nada que interesse mais tanto no disco. Como se trata de uma dupla, e ninguém mais, o som produzido por eles fica reduzido ao que uma bateria e uma guitarra podem fazer, com alguns pianinhos esparos e uma ou outra coisa. Tudo bem que muita gente defenda o abandono dos ruídos eletrônicos em detrimento do retorno ao som mais básico do rock, vislumbrando nostalgicamente que a qualidade possa ser algum dia a regra e não a exceção no mundo da música. Porém, depois de ter contato com o trabalho da dupla tenho certeza que tal atitude não resultaria no efeito esperado, já que os dois barbarizam ainda mais o conceito, reduzindo o rock a apenas dois instrumentos. Tomando isso como preceito para construir toda a arquitetura melódica de um álbum não há como escapar de um infeliz empobrecimento sonora. Resultado: depois de ouvir as primeiras cinco faixas o interesse vai ficando cada vez mais reduzido, já que o som da dupla fica tão igual de uma canção para a outra, com uma sonoridade demasiadamente seca. Sinceramente, se é assim que acham que deve ser a nova “revolução” do rock eu espero que essa revolução nunca aconteça, porque ela seria a mais chata da história. Se você está cogitando a possibilidade de comprar o CD da dupla, pense nisso: baixe as faixas em mp3 e escute apenas aquilo que interessar de fato. Links para download depois da lista de faixas.

http://rapidshare.de/files/8902046/E_-_WS.zip.html

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“Billy Elliot”, de Stephen Daldry.

Billy ElliotBilly Elliot, um humilde garoto de 12 anos, orfão de mãe suicida e filho e irmão de mineiros, vive em uma pequena cidade cujo economia gira em torno, justamente, das minas de carvão. Enquanto seu irmão e seu pai ocupam-se e lutor por melhores salários e condições de trabalha organizando uma greve, Billy acaba perdendo o interesse pelo boxe, esporte que já foi praticado pelo seu pai rude e, aparentemente insensível, e apaixona-se por uma atividade numa cidade repleta de homens como o seu pai: o ballet. A instrutora percebe o talento e o enorme interesse do menino para a atividade e decide, então, treiná-lo para tentar uma vaga Academia Real Inglessa de Ballet. No entanto, Billy e sua mestre terão uma tarefa difícil pela frente: lutar contra o preconceito e a recusa da família do menino.
Billy Elliot é divertido, é bem feito, tem uma trilha sonora bacana, um roteiro simpático, boas atuações e, portanto, acaba cativando e, até mesmo, emocionando o espectador. Porém, sou obrigado a dizer que não vai além disso mesmo, pois se trata, assim, de mais um filme bonitinho de pessoas que investem em atividades não muito bem vistas e que, portanto, tem de superar diversos obstáculos. Há inúmeros filmes com o mesmo argumento. O único mérito deste filme, em vista de tantos outros com o mesmo mote, é que Billy Elliot não chega a exceder a cota do sentimentalismo barato e pieguices, armadilha fácil em filmes que tratam de temas como esse. De resto, é tão somente um filme assistível e mediano. Para uma tarde (ou noite mesmo) em que você não encontra nada para fazer e não há uma opção mais interessante, é um passatempo competente, sem contra-indicações. Mas de tão deja vu você esqueçe ele tão logo desliga a TV.

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Álbum: Chris Carmack [fotos]

Nunca me senti muito atraído por homens com “carão”, acho que vocês entendem o que eu quero dizer: são aqueles rapagões com um rosto bonito, mas que sofrem de uma certa falta de assimetria por conta de traços excessivos. Cris Carmack é um bom exemplo. Ao começar a ter contato com a série The O.C., achei o ator bonito, mas não exerceu nenhuma grande atração em mim. No entanto, na exata medida em que meu apreço pela série ia caindo, o meu carinho por seu personagem foi aumentando. Tanto foi assim que ao descobrir que seu personagem ia ser afastado da série, perdi totalmente o interesse por ela. Puxa, justamente na hora que estava achando ele um gatinho! E de fato ele é, mudei completamente de idéia: belos olhos azuis, sorriso excepcionalmente cativante – ao mesmo tempo ingênuo e maroto – uma beleza loura rara. Sim, eu sei: ele tem aquela cara de “galã americano” impossível de passar despercebida. Mas e daí? Alguem aí tem algo contra isso? Acho que não, bem pelo contrário: todo mundo acha irresistível esse tipão americano… E não é que, ao sair a procura por fotos suas na net, descobri que ele era um modelo dos mais famosos e que posou ao lado dos igualmente deliciosos gêmeos Carlson?? Hummm…fui à forra! Pois então, aì está, à pedidos: um álbum de fotos de Chris Carmack. Aproveitem!

Acesse: Galeria de fotos de Chris Carmack

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O tema Ritorna v. 1.6.5 foi adaptado deste tema. Seteventos™ - 2005