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Sete Ventos Posts

The Cardigans – First Band on the Moon. [download: mp3]

The Cardigans - First Band On The Moon

The Cardigans - First Band On The MoonNo dia 14 de Outubro a banda européia The Cardigans vai lançar seu novo álbum, Super Extra Gravity, que sucede o surpreendentemente acústico Long Gone Before Daylight. E apesar de não ser o meu preferido, o disco First Band on the Moon é muito gostoso de ouvir. É difícil ficar impassivelmente imóvel ao ouvir canções como “Been it” e “Lovefool” . O disco ainda preserva traços do clima retrô-anos-60 de Life, mas já pisa nos anos 90 com vontade. Neste álbum a banda continua demonstrando que não tem medo de ser assumidamente pop, e faz um pop-rock de categoria e qualidade com boas doses de inovação. É justamente essa inovação, e a inquietação da banda com a sua trajetória musical (a banda já declarou que não gosta de fazer mais de um disco com a mesma sonoridade), que fazem do The Cardigans a banda pop mais importante do mundo da música. Segue, abaixo, os links para download das canções em formato mp3 do disco First Band on the Moon.

1. Your new cuckoo
2. Been it
3. Heartbreaker
4. Happy Meal II
5. Never Recover
6. Step on me
7. Lovefool
8. Losers
9. Iron Man
10. Great divide
11. Choke

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The Boy / Setembro 2005: todo Matheus Verdelho [fotos]

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Promessa é dívida! Trago no post de Matheus Verdelho para o The Boy que compõe a seção de fotos só para usuários do portal Terra. Ele realmente sabe ser sexy e gostoso. O “ziriguidum” dele, digamos assim, é realmente bonito e volumoso. E como eu disse no post anterior ele tem uma cara de safado, de homem vagabundo, que não dá pra passar batido! Já entrou para a categoria “Delícia Cremosa”!

Acesse: Fotos de Matheus Verdelho: The Boy / Ensaios Adicionais

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The Boy / Setembro 2005: Matheus Verdelho [fotos]

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O novo modelo do site The Boy do portal Terra ainda não foi anunciado abertamente ao público e aos visitantes. No entanto, como não sou de aceitar essas coisas absurdas, e movido por um tiquinho de malícia e muita tara, achei o link que leva a seção do “boy” deste mês. O modelo em questão, Matheus Verdelho, tem um sobrenome estranho, que lembra fedelho (o que tem a ver com ele, já que ele tem mesmo cara de menino. Menino safado, mas menino), e é loiro, o que não é meu forte (sabidamente os morenos). Mas esse é o tipo raro de loiro que me agrada muito, com um rostinho lindo daqueles que vocês estaca vidrado a viagem de ônibus inteira, sem se dar conta. O corpo, como de costume nos modelos do The Boy, nem precisa comentar: gostosíssimo. Faz mesmo muito o meu gosto, ao contrário do “boy” do mês anterior, do qual não virei fã. Porém, o ensaio só engata mesmo a partir da seção 3 de fotos. Não sei qual o prazer de desperdiçar duas seções de fotos inteiras com um homem lindo, mas deve ser mesmo divertidíssimo para o fotógrafo Cristiano (e apenas para ele) mandar um homem gostoso daqueles se pendurar num trapézio e ficar tentando tirar fotos irreconhecíveis do cara em movimento. De qualquer forma, espero que não tenham cometido esse crime com as fotos de membros. Se as fotos aqui expostas atiçaram o seu apetite, não deixe de averiguar o ensaio do mancebo.

Acesse: Fotos de Matheus Verdelho: The Boy / Ensaios Adicionais

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“Swimming Pool”, de François Ozon.

Até ver este filme não tinha qualquer contato com seu cinema. No entanto, para alguém informado e que goste realmente de cinema, não é difícil ficar sabendo da existência dele. Egocêntrico, metido, presunçoso. Não sei se tudo acaba sucedendo em um bom filme no caso dos outros filmes, mas em Swimming Poll – A beira da piscina tanta pretensão procede, assim como costuma acontecer com Lars Von Trier. O filme versa sobre Sarah Morton, uma escritora inglesa à moda de Aghata Christie, que tem uma crise criativa, pois pretende mudar o rumo de sua carreira, ao menos no que toca seu próximo livro. Sabendo disso, seu editor oferece sua casa de veraneio em uma pequena e agradabilíssima vila da França para que Sarah possa ter o relaxamento e renovação necessários para seu trabalho. Depois de pouco tempo lá, e já tendo iniciado um novo livro, ela acaba por ter que dividir a casa (e seu cotidiano), com a pouco ortodoxa e libertina filha francesa, e bastarda, de seu editor. As personalidades de ambas, como era de se prever, não tem qualquer afinidade, e está então lançado o conflito. Nada mais deve ser dito sobre o filme já que tudo são ambiguidades, e essa é a graça do filme, com um roteiro muito bem costurado. Apenas fica aqui o registro: nada é o que parece ser e tudo é o que parece ser. Ao menos, esse deve ter sido o desejo de Ozon: refletir sobre as várias leituras possíveis de uma obra artística. Visitas a foruns como os do mega portal de cinema imdb.com são divertidíssimas, tão logo se conclua a apreciação do filme.

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“11 de Setembro”, de Alain Brigand

september 11 (2002)

Onze curtas de onze minutos e nove segundos. Os números aqui remetem aos acontecimentos ocorridos na New York de 11 de Setembro de 2001. Mas esta seria uma das únicas regras estabelecidas aos onze diretores convidados para colaborar cada um com um curta que integrasse ao projeto do francês Alain Brigand. Afora o fato de que a inspiração para os curtas partisse do atentado de 2001 e a duração dos mesmos foi dada total liberdade aos diretores dos mais distantes recantos do mundo. Os resultados são, geralmente, bastante interessantes e, por vezes, insatisfatórios. O diretor mais criativo foi mesmo Sean Penn, que causa espanto e risos com seu uso das sombras das torres gêmeas. As tentativas mais humanitárias foram do mexicano Iñarrítu e da indiana Mira Nair, infelizmente seus episódios suspenderam juntos, e cada um a sua maneira, uma pieguice que incomoda. O curta mais equivocado é o do egípcio Youssef Chahine: encerram-se seus onze minutos e você acaba perguntando pra si próprio se Kika foi mesmo a pior coisa que já viu. No mínimo merece estar ao lado do filme de Almodóvar. Por último, temos o curta mais sem relação com o fatídico 11 de Setembro, no qual um soldado japonês volta da guerra exibindo comportamento idêntico ao de uma cobra. O curta de Shohei Imamura só poderia mesmo ter vindo daquela parte do oriente, responsável por algumas das invenções mais idílicas do planeta. O que não necessariamente é sinônimo de qualidade…

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Maria Rita. [download: mp3]

Maria Rita (album)

Maria Rita (album)A filha de uma grande figura da música brasileira. Uma mega-campanha de lançamento. Um especial na calada da noite de um domingo. Comentários disfarçadamente sutis da boca de personalidades da TV. Um disco a preço convidativamente mais baixo do que costuma ter um lançamento. E, temos assim, automaticamente construída uma estrela da MPB, que já no primeiro disco, ora vejam, é elevada a categoria de diva. Os elogios são muitos e não cessam: ela tem um repertório de primeira; ela é uma excelente cantora; ela tem classe e tem um frescor e qualidade que há muito tempo não se vê na música brasileira…há também os elogios que derivam-se da mãe, Elis Regina: ela tem a voz da mãe; ela tem um canto emocionante como Elis; ela tem uma aura na apresentação ao vivo como Elis tinha…Bem, é esse mesmo o problema. Na verdade ela tem todas as qualidades da mãe, mas todas em muito menor grau. É o mesmo estilo, a mesma voz, o mesmo repertório estranho, os mesmos arranjos interessantes, a mesma performance no palco. Mas, se tudo é tão desmedidamente o mesmo, o que me motivaria a ouvi-la e aprecia-la? Entre o original e a cópia não faz nenhum sentido ficar com a segunda. E não há qualquer diferencial em Maria Rita, a cópia, que justifique uma celeuma tão grande. Deve-se, sim, ouvir ainda mais o original, Elis Regina. Maria Rita é boa sim, mas Elis era única e definitiva. E para os fãs que já se declararam como tal, nem bem a moça colocou seu disco no mercado, lamento muito: o primeiro disco de Maria Rita não é nada mais do que o novo disco de Elis Regina. Ainda prefiro os de catálogo.

senha: seteventos.org

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O tema Ritorna v. 1.6.5 foi adaptado deste tema. Seteventos™ - 2005