O diretor Brendan Cook faz para o músico belga Wally DeBacker, radicado na Austrália, uma animação estranha para a canção “Heart’s A Mess”. Com uma pitada breve do visual do longa “The Wall”, que resultou da parceria do Pink Floyd com Alan Parker, o vídeo mostra criaturas mecanóides marchando por um planeta cinza e escuro. Pode não ter lá muito sentido – e de fato não tem -, mas dentro desta seara de clipes cuja idéia não reflete muita coisa relacionada à musica ele é excelente, apresentando uma animação estilizadíssima e bastante simpática.
Baixe o clipe utilizando o link a seguir.
http://www.gotye.com/img/heartsamess/Gotye-HeartsAMessHiRes.mov
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Uma prisão. Até aí tudo bem. Mas uma prisão onde de animais que passam o seu tempo livre dançando? Essa animação bizarra – aliás, ser bizarro é sina das animações – é o vídeo da faixa “Outsiders” da banda Franz Ferdinand. Não é um vídeo brilhante, mas casa bem com o “mood” nostálgico da ótima faixa do segundo disco – ao contrário das críticas na internet, que afirmavam que este clipe não casa nem um pouco com o trabalho dos britânicos. Assista e decida por si mesmo.
Neste outro filme da série “Minuscule” temos como principal figura um gafanhoto que abusa de todos os insetos que passam desprevenidos por um milharal – a risadinha dele é absolutamente infame. Contudo, os abusos e sacanagens com os insetos desatentos não vão durar muito tempo: a intrépida e justiceira joaninha também surge neste curta-metragem.
“Minuscule” é um projeto francês de animações bem humoradas, sensíveis e até sutilmente filosóficas, que utiliza cenários reais e insetos – criados digitalmente – como protagonistas. As estórias variam do tom mais cômico ao mais melancólico e reflexivo.
O movimento de um ambiente urbano é todo organizado pelos ocupação dos seus habitantes. E se, de repente, estes habitantes fossem os edifícios das imediações? Neste pequeno vídeo, criado por artistas holandeses, uma menina canta uma doce canção francesa enquanto edifícios criam vida, levantam e cambaleiam pela cidade, como se estivessem atordoados pelo despertar repentino da vida ou talvez por conta do próprio peso. Quem sabe? O fato é que o vídeo é uma bela idéia, que ganha ainda mais realismo por ter sido filmado com a câmera na mão.
Uma crítica ao modo de vida moderno é feita no vídeo da bela música “Modern World”, da banda canadense Wolf Parade, em mais um vídeo que usa a técnica do stop-motion. No entanto, neste clipe os astros são bonecos, muito expressivos, diga-se de passagem. A linha de produção obscura, no início do vídeo, é um retrato tão arrepiante dos reveses da contemporaniedade tanto quanto a genial sequência de “Tempos Modernos”, de Charlie Chaplin. Baixe o video utilizando