E hoje foi liberada “I Love You”, mais uma faixa de The Golden Age, um dos discos mais esperados dos últimos meses pelos alternativos de plantão (me incluo aqui). Um projeto sendo gestado com todo o cuidado e sem pressa pelo francês Yoann Lemoine, mais conhecido pelo pseudônimo Woodkid, o ambiciosíssimo disco está sendo acompanhado de videoclipes esplendorosos e uma pré-turne cabulosa onde o artista está conquistando seu público sem nem mesmo ter lançado seu debut. É tudo um tanto pretensioso, mas nesse caso isso é feito com toda a propriedade, já que tudo o que o seu ouviu (e viu) até agora é de uma qualidade acachapante. “I Love You” prossegue mantendo o nível na estratosfera: com uma base percussiva forte, badalar apoteótico de sinos, órgãos e violinos dramáticos, Woodkid solta sua voz grave e macia para tornar completo e inevitável o transe sonoro.
Tag: pop
Assistindo o vídeo com o preview da nova fase do um dia glorioso MySpace, me chamou a atenção a canção utilizada como trilha, uma faixa com uma base bem ritmada de bateria, riffs bem marcados de baixo, guitarras farfalhando em uma suave maresia e em um solo equilibrado, sintetizações discretas e um vocal que fica na cabeça já no primeiro contato. Claro, corri atrás pra descobrir do que se tratava. É “Heartbeat”, single do disco de estréia do JJAMZ, mais uma banda formada por membros de outros grupos já estabelecidos ou que tem alguma trajetória no indie/pop/rock: The Like, Maroon 5, Rilo Kiley, Bright Eyes e Phantom Planet. Reunida com o objetivo de espairecer descontentamentos pessoais e de cada membro em suas respectivas bandas, as composições pisam firme nos domínios do pop/rock e contam com uma produção bem caprichada. A idéia surgiu repentinamente entre os amigos no karaokê do club Guys em Los Angeles, depois da vocalista Z Berg ter cantado “Criminal”, de Fiona Apple, o que parece ter funcionando como inspiração para o grupo, que poucas horas depois escreveu e gravou a primeira música, “Square One”, uma faixa com guitarras bem marcadas, bateria solidamente ritmada e um vocal impecável de Berg. Daí em diante tudo seguiu naturalmente e o disco de dez faixas rendeu algumas composições muito boas para uma estréia cuja idéia surgiu tão descompromissadamente. Além das canções já comentadas, “Never Enough” é uma balada rock que encanta de imediato com o refrão certeiro, a bateria firme e guitarra e baixo que discretamente constroem o tecido melódico sobre o qual o vocal de Z Berg desliza com tranquilidade. “LAX”, com acordes de guitarra que vibram em uma harmonia luminosa, é um dueto onde Alex Greenwald e Z mostram desenvoltura ao cantar sobre um casal que se encontra no aeroporto da cidade de Los Angeles, e aceitando o convite do acaso, entregam-se estrada afora no melhor estilo carpe diem. “You Were My Home” é outra balada pop/rock deliciosa com toda a cara de single infalível: guiada por violões macios, uma bateria bem sincopada e frêmitos cintilantes de guitarra, é impossível não querer emular o cantar sutilmente sofrido de Z Berg. Fechando o disco, o conjunto de órgãos lânguidos, guitarras e violões amargurados, bateria arrastada e vocal suave de “Can I Change My Mind” envereda pelos baladões fantásticos que tem um pézinho tímido no country com elegância e sensualidade semelhante do The Cardigans ou da menos conhecida dupla The Watson Twins, caindo fácil no gosto de quem ouve. O difícil é saber se a banda vai seguir muito além da estréia, já que não poucas vezes estes projetos musicais paralelos tendem a desbotar e perder forçar depois de algum tempo. Bom gosto e cuidado na produção do pop/rock esta ocasional reunião de talentos tem para uma razoável carreira em potencial, mas o mundo da música, apesar de ser suficientemente variado e grande o bastante para quase todos terem o seu espaço, também é bem imprevisível – a não ser que você faça o patentemente óbvio, como a maioria que lidera as vendas de discos e singles hoje em dia, angariando seu lugar como tema de novela e trilha de slideshow com fotos de casal comemorando seu um ano de relação. Aí, meu caro, o orgulho do estrelato é garantido. Com a plebe, obviamente.
Baixe: JJAMZ (aka Phases) – Suicide Pact [mp3]
Ouça:
Lançada no final da década de 60 pelo cantor Johnny Hallyday, um dos maiores astros da música francesa, “Que je t’aime” foi selecionada por uma das maiores estrelas da França contemporânea, a cantora e compositora Camille, para ser lançada no dia de hoje como seu mais novo single, diferindo bastante da versão originalmente gravada pelo ícone francês. Em sua regravação, a cantora adequa o clássico às vestes mais recentes do seu estilo musical: ainda incorporando o despojamento sonoro de Ilo Veyou, disco de contornos acústicos lançado no ano passado, o seu cover explora assim a delicadeza de seu vocal acompanhado por não mais do que um arranjo de cordas delicado, uma percussão sutilíssima e um contrabaixo elegante, resultando em uma faixa que encanta e enleva, insistentemente permanecendo nos ouvidos o dia inteiro.
Camille – “Que je t’aime” (do single Que je t’aime)
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Já a primeira versão, em cujas letras Hallyday confessa de modo dramático toda a vastidão do seu amor, indo do romantismo mais pleno, passando pelo desespero de perda com a morte até o ardor do sexo, tem a marca indelével dos grandes cantores da chanson française: inicialmente introduzida por um órgão discreto, é tomada já na primeira passagem do refrão por uma sússia instrumental, na qual pode-se discernir um dramático arranjo de metais, baixo e bateria muito bem marcados. O vocal sai ao sabor da melodia e condiz com uma grande lenda da música, alternando repentinamente o tom contido e amargurado para um brado destemperado e sofrido.
Johnny Hallyday – “Que je t’aime” (do single Que je t’aime)
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Atendendo no seu projeto pessoal pelo pseudônimo Woodkid, o francês Yoann Lemoine está aplicando todo o aprendizado de um artista contemporâneo em sua relação com a mídia dos novos tempos: usando a internet como aliada, o cantor, compositor, diretor e artista visual europeu está lançando pouco a pouco músicas muitíssimo bem produzidas e clipes de cair o queixo por conta de seu requinte estético, o que gera todo um burburinho tanto nas redes sociais quanto na crítica especializada da web. Inteligente, o rapaz francês, que nem bem 30 anos tem, faz uso desta abordagem homeopática para incutir um sentimento de ansiedade e antecipação nos seus futuros e pretensos fãs, construindo assim uma reputação excelente sem nem mesmo ter lançado o seu álbum de estréia. Indiretamente conhecido no mundinho pop por ter dirigido clipes de algumas das figuras mais populares da atualidade (que não merecem menção) e no mundinho alternativo por trabalhar em clipes de Lana Del Rey e campanhas publicitárias bastante criativas, seu primeiro álbum, The Golde Age, está previsto para setembro deste ano, mas neste seu processo cuidadoso de construção de sua persona artística na web, duas das faixas já são conhecidas do público, tendo sendo lançadas como singles devidamente acompanhadas de clipes caprichadíssimos.

“Iron”, o primeiro lançado, é introduzido por um arranjo de metais cuja tonalidade épica denuncia que as pretensões do artista não são poucas. O tema é repetido diversas vezes durante a melodia, que conta ainda com uma percussão que amplifica a atmosfera algo bélica e tribal da canção, cujo vocal grave de crooner do compositor laceia elegantemente. O vídeo reflete a sonoridade da canção: impecavelmente fotografado em preto e branco, completamente filmado dentro de um estúdio e quase completamente captado em câmera lentíssima, o curta apresenta figuras saídas de um mundo aparentemente medieval que se preparam para entrar em uma batalha quando são repentinamente surpreendidos por uma chuva de detritos fumegantes. Ao final do vídeo, de modo muito breve, surge a imagem do que parece ser um templo, pálido e frio em meio à um ambiente gelado e tempestuoso. Outras canções que fazem parte do single são “Brooklyn”, um ode plácida ao violão, piano e discretos trombones ao bairro nova-iorquino, “Baltimore’s Fireflies”, onde um piano de harmonia cíclica ao modo Philip Glass, um baixo que remete ao tema composto por Angelo Badalamenti para o clássico seriado cult Twin Peaks e mais algumas cintilações introduzem a base melódica acompanhada ao final por arranjo de metais e percussão em ritmo marcial para sonorizar a confissão de um homem que, aparentemente, acaba de abandonar o corpo do seu amor nas águas baía de Baltimore, e “Wasteland”, delicada faixa cujos versos tratam de um saudosimos indefinível e em cuja melodia temos um piano singelo sobre um arranjo de cordas e metais de sutil tecitura circense.
Baixe: https://drive.google.com/file/d/1OPGSWXOKzRN0qNeDD69w5ic-iBQNOO-M/view?usp=sharing
Ouça:

“Run Boy Run”, o último single lançado pelo artista francês, tem melodia tão intensa e apoteótica quando a do primeiro lançamento: com percussão e arranjo de cordas e metais em perfeita comunhão, a canção é galgada em um crescendo espetacular até alçar vôo em um final arrebatador. O videoclipe não deve nada em qualidade ao anterior e recupera em seus instantes inicias a imagem do templo que fechou o vídeo de “Iron”. É dele que foge correndo o garoto que também participou brevemente do primeiro curta: alternando com cenas de uma cidade com edifícios de arquitetura imponente com fachadas em mármore, o garoto, em trajes aparentemente escolares, corre acompanhado por corvos e auxiliado por criaturas que erguem-se do chão e são uma mistura de gnus com o corpo encoberto elementos arbóreos. No fantástico epílogo, juntam-se uma imensa caravela e uma criatura gigante para contemplar a misteriosa cidade. As faixas que acompanham o single são remixes da canção, sendo que o melhor é o do também francês SebastiAn. Agora é esperar o futuro álbum do cantor e compositor, torcendo para que o artista frânces tanto reserve outra canções tão imponentes para o lançamento quanto dê continuidade à trama instigante iniciada em seus dois vídeos.
Baixe: https://drive.google.com/file/d/1H4WtbnHyjM40fZ5ysD1JZ4NFJsEtugzc/view?usp=sharing
Ouça:
Fãs da musa do experimentalismo pop francofônico, celebrem: saiu hoje Ilo Veyou, o novo disco da francesa Camille Dalmais, mais conhecida apenas por Camille. Depois de estrear com um belo disco pop, Les Sac des Filles, de ganhar os olhos do público mais antenado e da crítica especializada com o impressionante Le Fil e se aventurar em versos em inglês, em percussionismo corporal e no pop mais escrachado em Music Hole, o que se deve esperar de seu quarto trabalho? A própria Camille, em entrevista ao jornal The Guardian, responde que buscou uma maior simplicidade sonora, com elementos mais acústicos servindo como base à sua voz. Deste modo, Ilo Veyou volta a priorizar, como aconteceu no brilhante Le Fil, a clareza, destreza e versatilidade do vocal da artista francesa. E assim começa o novo disco como terminou o seu famoso segundo trabalho, com a captação em ambiente natural da voz da cantora em uma repetição de frases com sucessiva incorporação de palavras que ela, claro, não resiste em rapidamente transformar em uma pequena música chamada “Aujourd’hui”. E seguindo o preceito de simplicidade assumido como meta para o álbum, temos o primeiro single, “L’étourderie”, trazendo violão e violinos em harmonias simples suaves que ondulam em adornamento ao vocal doce da cantora francesa. O artifício de captar o vocal da cantora fora do estúdio, em take único em ambientes naturais, é utilizado ainda em outras faixas e se em “Bubble Lady” serve apenas para a cantora farta-se livremente com jogo de aliteração ao cantar com variações silábicas com a letra “B” sobre um sutil beatbox de apoio, o recurso pode produzir tanto flagras inesperados – como na canção “Pleasure”, que se escutada com a devida atenção, fica fácil flagar a breve participação inesperada, ao fundo do vocal e da batida seca, provavelmente produzida no próprio corpo da cantora, de uma espontânea buzina de carro -, quanto momentos de uma beleza esplendorosa – como em “Tout Dit”, que pela sua tecitura simples a cappella deixa transparecer os ruídos mais mínimos do ambiente onde foi gravada, como o cantar de grilos e pássaros.
À exceção destas faixas, Camille limita-se ao estúdio para a produção de suas composições que não escaparam à sua tradição lúdica, como é belo exemplo “Allez Allez Allez”: introduzida com violinos em arranjo sublime para fazer frente aos múltiplos vocais de Camille, em tom altivo e determinado, bradando o mote da canção sobre violão, percussão, contrabaixo e violinos que adentram aos poucos a melodia, Camille insere um entreato onde, usando os vários vocais, conversa consigo mesma. A brincadeira segue à frente em “Mars Is No Fun”, de melodia feita de percussão de palmas, contrabaixo volumoso e algumas iluminuras em piano e violinos, quando a cantora repete nas letras o frescor brincalhão da música ao trazer impressões cômicas de como a vida no nosso planeta vizinho é chata e limitada por suas óbvias características atmosféricas, em “Ilo Veyou”, onde a cantora exibe com sua habitual competência as várias gradações de seu vocal, alternando graves e agudos sobre violinos em pizzicato, e em “Message”, que o que tem de pequena em duração – pouco mais de 40 segundos – transborda em meiguice com seu piano que simula toda a ternura daquelas antigas caixinhas de música de bailarina. Contudo, os momentos mais divertidos estão mesmo nas canções “My Man Is Married But Not To Me”, onde sobre piano e violinos de harmonias virtuosas, a cantora desfila trejeito vocais ao lamentar sobre o tema, brincando com o estereótipo romântico mais batido ao afirmar “bad of course, so he wil come and pick me up on his horse, white horse”, e em “La France”, onde Camille emula a tradição da chanson française de Edith Piaf e tantas outros monumentos francesces para, depois de apontar a excelência de outras nações, declarar no refrão, sem medo de soar polêmica e angariar todo o ódio de seus conterrâneos, “la France, la France…des photocopies”.
Mas se Camille preservou toda sua galhofa, ela não abandonou igualmente a sua faceta mais melancólia, capaz de produzir composições extremamente emocionantes. Enquanto a faixa “Wet Boy”, cantada em inglês fazendo uso da famosa dupla voz e violão, desfila uma doçura e amargor sutis, “She Was” cala fundo com a beleza imensurável de seu crescendo melódico, onde violinos em pulso ondulado sobre violão quase surdo acompanham a avolumamento do vocal da cantora, que vai ampliando o desatar sofrido dos versos em uma intepretação esplêndida que faz referência ao nascimento recente de seu primeiro filho: “sometimes I wonder/ GO!/ if my child/ GO!/ will have yes/ GO!/ go away, go away/ to see through me/ GO!/ when I die/ GO! and born again! GO!/ go away, go away, go away!”. Assim, Camille, ao deixar de ter como meta primeira a ambição de tornar-se popular entre o público de língua inglesa – particularmente o americano-, fato que ocasionou os excessos que com o tempo fizeram o seu último álbum parecer um pouco forçado e um tantinho embaçado, foca-se no explorar do que tem de melhor: o fulgor de sua emoção e sensibilidade musical.
senha: seteventos
ifile.it/osx9gwn/camille_-_veyou.zip
3 Comentários
Infelizmente, o blog do meu amigo Zé não está mais online, e por esse motivo, tomo a liberdade de reproduzir aqui um backup da resenha que fiz originalmente como blogueiro convidado no saudoso Zé Offline. Logo depois da resenha segue a postagem original, para fins de “fidelidade histórica”, como diria Mark Hamill.
Conheço Jay-Jay Johanson de apenas dois dos seus discos, Poison e The Long Term Physical Effects Are Not Yet Known, ambos ambientados dentro dos domínios do trip-hop com algumas fusões de pop e jazz. De modo geral, não seria errado alinhar o cantor e compositor dentro da seara da música eletrônica, mas isso já não é mais tão simples com o lançamento de Spellbound, seu mais novo disco. Para minha surpresa, à exemplo do que fez Beck no disco Sea Change, o artista sueco mudou consideravelmente de direção, enveredando por melodias profundamente contemplativas cujas bases em boa parte acústicas não vão muito além de pianos e violões e de algumas reluzentes doses de orquestrações. Aparentemente, a mudança parece ter sido influência do legado de seu trabalho na composição da trilha do filme “La Troisième Partie du Monde”, sua segunda experiência do tipo na carreira. A ambiência cinemática, trazida do trabalho no filme, aparece tanto nos silêncios significativos quanto nas orquestrações que reforçam o caráter dramático das melodias, o que já fica patente na faixa de abertura, “Driftwood”, composta pela alternância entre versos cantados por Johanson e uma harmonia orquestral breve e sutil que os sucedem, fazendo-lhes um contraponto melódico extremamente sofisticado. “Dilemma”, a faixa seguinte, recupera brevemente na cadência pop-jazz do piano de notas esparsas e graves e na percussão leve a musicalidade nostálgica do cantor sueco, apresentando grande parentesco com músicas que seriam certamente liveset de algum cabaret. Já em “On The Other Side” a harmonia doce e triste do piano traz como referência canções marcantes que foram trilhas de séries e filmes clássicos dos anos 70. Mais à frente, o violão de “Monologue”, dedilhado com parcimônia sobre sintetizações distantes e difusas, evoca o mesmo sentimento de placidez que pode ser experimentado à beira do leito de um rio em meio à uma floresta calma e vasta. Evocativa também é a melodia de “The Chain”, porém a programação-base que irradia-se em uma ondulação delicada, os toques abafados no piano e os acordes sufocados e arranhados em um violão buscam como reminiscência o remanso de outras águas: as do mar. Adiante no disco, além da clara inspiração pictórica, a música de terras mais distantes e paisagens mais tropicais também parece ter motivado as novas composições do artista sueco, já que, apesar dos acordes hesitantes e narcolépticos ao piano e do trompete solitário e melancólico de “An Eternity” terem um gosto inconfundível de jazz, o vocal do cantor, em registro baixo e silencioso, tem o sabor todo marcante da bossa-nova. Mas, se me fosse exigido escolher uma única canção de Spellbound para servir como a mais representativa desta fase renovada de Johanson, ela certamente seria a pungente “Ouf Of Focus”: sobre o melancólico ressoar de um orgão, o registro cálido e resignado do músico ao encerrar o disco cantando o triste verso “because of the tears in my eyes I saw her leaving out of focus” é de calar mesmo a mais atormentada das almas.
Deixe um comentárioO post desta semana vai ser um pouco diferente: fui chamado pelo meu grande amigo Zé a publicar uma resenha, como autor convidado, no seu blog, o Zeoffline.com. Recebi dele toda a liberdade do mundo quanto ao conteúdo da resenha: poderia ser sobre qualquer das coisas às quais já tenho hábito de escrever nos meus dois blogs: cinema, música, vídeos…e até homens. Mas eu penso que todo mundo, quando entra como convidado em algum lugar, faz questão de respeitar a casa do anfitrião e adequar-se ao ambiente. Por essa razão, decidi que o texto seria sobre um disco, que é a grande tônica do excelente blog do Zé. Aliás, se você ainda não conhece o Zeoffline.com, ta aí a melhor oportunidade pra fazê-lo: dê um pulinho lá pra conferir a minha resenha da semana e aproveite pra conhecer o blog.
É isso.
Na próxima resenha, tudo volta ao normal: vai ser aqui no blog mesmo.
Abrações e divirtam-se!