Nesta animação, uma espécie de esquilo com ares de toupeira acaba no meio de uma fazenda, cuja produção de verduras está sendo transportada em caminhões. Ladino como só, o bichinho bola uma maneira de obter alguns dos preciosos quitutes de horti-fruti para si. Porém, como todos sabemos, nada é tão simples nessas animações bem-humoradas, e o bichinho vai perceber que não é o único de olho na comida. O final, com a vaca, é hilariante. Vídeo bem curtinho, mas muito divertido. Assista, mal não faz!
Baixe o vídeo utilizando o link a seguir.
http://d.turboupload.com/d/1560338/jefffowler_gopherbroke.avi.html
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O diretor Brendan Cook faz para o músico belga Wally DeBacker, radicado na Austrália, uma animação estranha para a canção “Heart’s A Mess”. Com uma pitada breve do visual do longa “The Wall”, que resultou da parceria do Pink Floyd com Alan Parker, o vídeo mostra criaturas mecanóides marchando por um planeta cinza e escuro. Pode não ter lá muito sentido – e de fato não tem -, mas dentro desta seara de clipes cuja idéia não reflete muita coisa relacionada à musica ele é excelente, apresentando uma animação estilizadíssima e bastante simpática.
O vídeo da canção “Gloves” é puro estilo, adicionando na sonoridade punk-rock da banda The Horrors contornos dark-góticos. O diretor fez um excelente trabalho: caprichando na uso fotografia, dos enquadramentos e movimentos ágeis da câmera, da edição neurótica e da cenografia esplendorosa – o clipe foi gravado em uma estação de tratamento de esgoto abandonada, da época da Inglaterra vitoriana. Além disso tudo, fica a observação de que a direção de elenco foi igualmente excepcional: Wolfe conseguiu injetar uma atmosfera cool-descolada-pós-moderna com a platéia de figurantes sem fazer das fórmulas mais batidas hoje em termos de videoclipe – como garotinhas se agarrando e criaturas de óculos escuros dentro de um ambiente fechado. Ponto para Daniel Wolfe, que entendeu direitinho para quem ele estava trabalhando.
Clipe do mais recente single do segundo disco da banda de Las Vegas. O clipe é bonitinho, com a banda passeando e fazendo gracinha pelo que parece ser o Japão, mas carece bastante de originalidade e charme, já que a diretora caiu na asneira de fazer uso dos maiores esteriótipos do alto oriente – como colocar os membros da banda vestidos de gueixa e enfiar alguém fantasiado de uma figura fofa qualquer que pareça ter saído de uma animação japonesa. Mas vamos combinar que, apesar dessas bobagens, o Brandon Flowers fica uma gracinha de bigode e cabelo curtinho, não é?
Mais um daqueles comerciais bacanérrimos da Pepsi: neste vídeo um sujeito toma uma latinha de Pepsi e acaba sendo arrastado por uma bola gigante de Pinball, pontuando no jogo enquanto barbariza pela cidade inteira. A maneira cuidadosa como foi feita a mistura dos efeitos digitais e do cenário e figurantes reais é fantástica. A canção utilizada, um rock cantado em francês, também confere enorme charme ao vídeo.
Não é sempre que um video de atmosfera transcendental e viajandona soa natural. Thomas Hilland conseguiu fazer isso em um vídeo para a cantora japonesa Piana (pseudônimo de Naoko Sasaki): utilizando-se do bucolismo invernal daquela parte do oriente, bem como fazendo-se valer da imbatível dupla preto & branco, Hilland concebeu um clipe que retrata Piana, cantando em sua língua materna, como um ser absurdamente etéreo – se eu estivesse andando na rua e visse, por acidente, essa japonezinha linda flutuando à metros de altura, com ares de Virgem Maria, não acharia estranho. E, não sei se concordam comigo, mas o meu preconceito línguístico diz que ela ia ganhar mais uns pontos se cantasse em inglês – os ocidentais são fogo, né?