Síndrome de Ratatouille: neste curta-metragem francês, que serve de campanha publicitária para a Coca-Cola, um ratinho se mostra capaz de um tudo para obter uma apetitosa latinha do refrigerante, mantido dentro da geladeira da casa onde, digamos, está “hospedado”. O esforço inclui um impagável disfarce de beringela para poder entrar sorrateiramente no eletro e raptar a latinha. Mas ele descobre logo que não foi o único a ter essa idéia genial….
Baixe logo esse comercial divertido e esqueça o furo inevitável do argumento – como ele saiu da geladeira? -, afinal, trata-se de uma peça publicitária que não tem outra pretensão além de ser simples e simpática. Neste link via YouTube ou download direto neste outro link.
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Me desculpem se vou soar imparcial, se vou rasgar seda e se este vídeo não é nada demais: é simplesmente impossível eu me controlar quando se fala de Emily Haines, a única mulher até hoje que conseguiu se colocar no meu mundo musical ao lado de Tori Amos. Eu simplesmente idolatra-a, amo-a tanto quanto a fabulosa pianista americana. E achei ótimo que a artista resolveu, ao lado de seu fiel diretor de vídeos Jaron Albertin, que já deu a loira canadense o irretocável e elogiado vídeo de “Doctor Blind”, um clipe para a canção “Our Hell”, que abre seu último disco solo e é um dos pontos altos do lançamento. Jaron, assim como fez no clipe anterior de Emily, decidiu continuar explorando o horror cotidiano, mas ao contrário do que fez no trabalho anterior, em que mergulhou a artista em uma sequência de delírio, resolveu fazer com que a normalidade ali filmada fosse subvertida apenas pelo uso da técnica: trata-se apenas de mais um dia de descanso e diversão na praia, mas tudo foi filmado com o uso de uma câmera de sensibilidade térmica – o resultado é um tanto arrepiante, já que no vídeo o mundo é visto como em uma chapa de Raio-X.
Assista o vídeo neste link do YouTube ou baixe-o através deste outro link.
“Neste curta-metragem, uma flor vermelha em seu vasinho simples fica entediada com sua vidinha na bancada cozinha e chega a conclusão de que aquilo não é vida para ela, partindo para uma viagem um tanto perigosa para conhecer o mundo que se estende ali fora, bem a frente da janela que tanto admira. Sonorizado por uma canção doce, que também serve de voz aos sentimentos do personagem principal, o curta de Brandon McCormick encanta pela delicadeza com que a saga da pequena flor é retratada, com extrema simplificidade e sem artifícios que lhe retirariam a naturalidade de seu conceito.
Assista esse belo trabalho via este link do YouTube, faça download dele neste outro link e, se gostar da música tanto quanto eu gostei, use o endereço abaixo para façar download dela.
Wright Brothers – “Off The Shelf” [mp3]:
http://www.gigasize.com/get.php/3195583222/Wright_Brothers_-_Off_The_Shelf.mp3
Neste curta-metragem bem-humorado de três minutos dirigido por Ignacio Ferreras, o arauto da morte chega à residência de uma senhora, que encontra-se esparramada e adormecida em sua cadeira de balanço, para carregar a sua alma para o descanso eterno. Espreitando de modo maléfico a sua próxima vítima, a morte prepara-se para o seu ato final como uma baleia que brinca com sua presa, jogando ao ar diversas vezes antes de devorá-la. Mas, coitada, a “dona morte” não tem a mais remota do que lhe aguarda – ela nunca deve ter se deparado com uma velhinha destas que é, com o perdão do termo, “do caralho”. Assista o vídeo neste link do YouTube ou baixe utilizando este outro link.
Um robô tocador de banjo do velho-oeste viaja por trilhos de trem com o seu pequeno vagão quando se depara com, ora vejam, um pedágio. Duro como qualquer pessoa que vive da arte, ele não tem muitos trocados para passar pela chancela e seguir em frente. Logo, no entanto, ele vai mostrar que o mundo sempre foi dos espertos e aproveitadores – mesmo no velho oeste, e mesmo que nesse velho-oeste exista robôs. Assista este simpático curta de animação neste link do YouTube ou baixe o vídeo utilizando este outro link.
É da Polônia que vem este curta-metragem de temática existencialista do diretor Marek Skrobecki. A primeira coisa que chama a atenção é o fato de que os protagonistas do vídeo, apesar de sua enorme semelhança com humanos, são na verdade fantoches em proporções humanas reais – algo que deve exigir muito na composição das sequências quadro-a-quadro. O argumento do filme, bem como a trilha sonora, tem aquele caráter inconfundível de tristeza e emoção que os poloneses costumam saber explorar tão bem: um casal, imerso em uma vida anestésica que é feita apenas da repetição interminável de afazeres monótonos, só consegue encontrar sentido em suas vidas na visita diária que recebe através da janela de seu apartamento humilde – mas a eternidade não existe e a constância sempre encontra um fim.
Assista o curta via YouTube, neste link, ou baixe o vídeo utilizando este outro link.