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Tag: rock americano

Joan As Police Woman – Real Life. [download: mp3]

Joan As Police Woman - Real LifeJoan Wasser é mais uma daquelas artistas americanas, possíveis apenas nesse mundo contemporâneo, que por não conseguir espaço em um mercado tão inflado, injeta suas composições e sua presença em diferentes e diversos projetos. O trabalho mais pessoal de Joan é feito na companhia dos músicos Ben Perowsky e Rainy Orteca, formando a banda que ganhou o nome de Joan As Police Woman. Com os dois amigos, Wasser promove uma fusão de rock com soul que desponta pela suavidade ao lidar com esse gênero hoje tão maltratado pelos artistas mais comerciais e de expressão mais popular. Isso se tornou possível porque, além de utilizar arranjos bem dosados, Joan Wasser não é dona de um vozeirão, algo tão comum e imprescindível para os grandes nomes do gênero, livrando sua música dos vícios e ranços que tornam o soul, na sua expressão mais contemporânea, tão enjoativo. O dueto “I Defy”, com Antony Hagerty, mostra isso muito bem: a faixa é uma canção de amor com piano, bateria e orquestração de metais refletindo toda a ginga deliciosa do soul, que floresce com mais força no vocal do convidado Hagerty, mas nunca ultrapassa os limites do bom senso. “Anyone”, em que Joan fala sobre como sente-se preparada para amar, já que encontrou quem tanto procurava, prossegue explorando o gênero, já que o vocal, o teclado e a orquestração de metais exalam o calor sôfrego e lânguido que marcam demarcam tão bem as fronteiras do soul.
Todavia, Joan As Police Woman é uma banda de rock indie por excelência e, sendo assim, não poderiam faltar canções que trafegam por este estilo. “Save Me” é uma delas: a canção, em que Joan declara negativas apenas para camuflar seu desejo e urgência amorosa, ainda preserva traços do soul, visível no uso do teclado Wurlitzer, mas promove uma mistura deste com o rock, devido ao piano e a bateria mais descompassados, e ainda adiciona uma pitada de folk, com os violinos que surgem no trecho final. As outras faixas que visitam o gênero são as que abrem e fecham o disco: na primeira, “Real Life”, em que Joan fala sobre a solidão sem seu companheiro, temos uma melodia que inicia um pouco fria, feita apenas pelo piano de acordes curtos, silenciosos e graves, mas revela-se inteiramente no refrão, onde o vocal ganha muito mais emoção e surge uma dose sutil de orquestração de cordas que consegue, mesmo com participação tão diminuta, iluminar toda a música; e a última, “We Don’t Own It”, que fala sobre amar alguém que parece não nos pertencer, percorre ainda mais os caminhos do rock, trazendo guitarra e bateria de acordes suaves, vagarosos e cíclicos, que se destacam pela enorme graciosidade.
São estas duas canções, talvez as melhores do disco, que deixam claro para o ouvinte de que nem sempre é necessário afogar a melodia com arranjos elaboradíssimos para atingir a sensibilidade tão desejada – a simplicidade, a delicadeza e a economia de recursos muitas vezes, são as melhores opções.
Baixe o disco utilizando o link a seguir e a senha para descompactar os arquivos.

senha: seteventos.org

http://www.gigasize.com/get.php/429098/realpolice.zip

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My Brightest Diamond – Bring Me The Workhorse [download: mp3]

Shara Worden formou o projeto My Brightest Diamond depois do sucesso com apresentações feitas em 2004. De formação clássica, nota-se nas sutilezas harmônicas e vocais de seu primeiro disco a influência erudita. Porém, apesar do que diz o texto de divulgação do selo que lançou este trabalho, o disco não dilui fronteiras entre gêneros, sendo facilmente identificável como um álbum de rock alternativo/indie. Não há confusão, por exemplo, ao escutar, Something of and End, a primeira faixa, cujos vocais profundos, guitarras, baixos e baterias de melodia grave e orquestração ocasional lembram muito a sonoridade do disco Souvenirs, do The Gathering. Nos versos da canção, aparentemente, Shara fala sobre a descoberta repentina de que alguém é portador de uma enfermidade fatal. No entanto, a partir da segunda faixa nos afastamos da semelhança com a banda holandesa: “Golden Star” desfaz a impressão com o trabalho conjunto de guitarra e baixo, que em dado momento saltam do fundo da melodia para apoiar o frenesi vocal de Shara, que improvisa uma fascinante inserção operística no refrão da música. Na letra, Shara revela as sensações sublimes da paixão. A faixa seguinte, “Gone Away”, com a lentidão cambaleante da guitarra, baixo, bateria e acordeão, retira o ouvinte do contentamento da faixa anterior e o arremessa imediatamente em uma atmosfera sorumbática e trôpega. Nesta estupenda canção, a compositora fala sobre o sofrimento de alguém que foi abandonado pelo seu companheiro, e que tenta manter a ilusão de que ele algum dia retornará, guardando consigo as coisas mais ordinárias que tem relação com ele.
Shara ganhou fama por suas performances marcantes em seus shows, onde a improvisação e experimentação recheiam todo o cardápio. A canção “Freak Out” nos dá a certeza deste fato, uma vez que ali a cantora concede vida à todos os seus desatinos líricos e melódicos. Ao falar nos versos sobre dar vazão aos instintos e desejos mais loucos e repentinos, Shara compôs uma melodia igualmente desconcertante, que contrapõe momentos mais silenciosos e compassados com outros mais ruidosos e destituídos de ordem – nada menos do que fabuloso.
Incrivelmente, é só lá pelo final do disco, com “The Good & The Bad Guy”, onde a compositora fala sobre uma mulher que tenta afastar a memória de seu grande amor ao retratá-lo como um vilão, e com “Workhorse”, onde Shara usa um cavalo que perde sua força de trabalho para falar sobre a descartabilidade da vida diante do interesse alheio, que o ouvinte consegue identificar com o que exatamente My Brightest Diamond guarda maior semelhança. O vocal empostado, a orquestração de evidente inspiração cinematográfica, inserida na melodia triste e lenta, e a programação eletrônica dark e minimalista não mentem: estes elementos revelam a aproximação deste trabalho de Shara com a atmosfera fenomenal do primeiro disco de Alison Goldfrapp, Felt Mountain. É esta mistura complexa de gêneros do rock/pop, e não a suposta e pretensa dissolução dos limites entre música popular e erudita que faz de Bring Me The Workhorse uma jóia do cenário alternativo e independente da música: a melancolia mórbida do Portishead, a classe e elegância densas da estréia de Goldfrapp e os toques mais joviais e assíncronos, que remontam ao melhor de PJ Harvey, formam a identidade extremamente moderna de Shara Worden.

Baixe: http://www.mediafire.com/file/uadbghr6b59d2jf/bright-workhorse.zip

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Sheryl Crow. [download: mp3]

Sheryl CrowDepois do álbum de estréia, Sheryl Crow amainou um pouco suas raízes country e produziu um disco com um bom pé calcado no pop/rock. O disco, sem título, tem uma sonoridado muito distinta do primeiro, com guitarras, bateria e orgãos Hammond e Wurlitzer com marcante presença nas melodias. As letras das canções também foram aprimoridas, com Sheryl e seus parceiros de composição ousando até o debate e a crítica. Já, de cara, marcando a diferença do primeiro disco temos as letras de “Maybe Angels”, cuja letra mostra alguém declarando sua crença, temores e experiências com vida extraterrestre, com uma deliciosa ironia. A melodia não é menos deliciosa, trazendo para acompanhar o vocal meio gritante de Sheryl, acordes de guitarra e do orgão Wurlitzer em perfeita harmonia. “A Change (Would Do You Good)” traça em suas letras o que parece ser o perfil e o cotidiano de um sem-teto, e mostra uma melodia gingadíssima que combina maravilhosamente bateria, teclado Hammond, guitarra e violão – feita pra ouvir seguidas vezes. “Home” é uma fantástica balada desesperançada, onde o vocal à meia voz de Sheryl acompanha o baixo, guitarra e violão de suaves e distantes acordes sonhadores, bateria delicadamente sincopada e Wurlitzer. A letra traz as divagações de arrependimento e nostalgia de uma mulher ao refletir sobre o estado em que se encontra a sua relação amorosa – mais uma canção no disco que te obriga a contínuas e repetidas audições, tamanha a sua beleza. Mais uma criatura com cotidiano desajustado e algo depressivo é retratada nas letras de “Sweet Rosalyn”, mas agora voltando à uma melodia bem mais agitada, irresistível em sua vestimenta pop/rock construída com base em bateria, guitarra, violão, e breve mas importante participação de piano e sax – a sequência que fecha a melodia da música dá uma boa sacodida no esqueleto. “If It Makes You Happy” volta a trazer as confissões de mais uma garota imersa em uma vida cuja faceta afetiva lhe traz apenas sofrimento, também acompanhada por uma melodia bem menos alegra, mais ainda agitada com suas guitarras em profusão, teclado, baixo e bateria marcante. Na letra de “Redemption Day”, Sheryl Crow concebe, pela primeira vez, algo além do entretenimento puro, compondo uma crítica contra os males da guerra – muito bem feita na letra da canção, diga-se de passagem. A melodia é triste, com uso intensivo de violões. “Hard To Make A Stand”, que trata de uma mulher em sua reflexão sobre o cotidiano de um mendigo que entrega flores, e sobre o seu próprio, tem melodia e vocais um pouco tristes, à base do orgão Hammond, baixo, bateria, violão e guitarra – esta canção tem uma “versão alternativa” no fim desta edição especial do álbum, com uma melodia e vocal ligeiramente diferentes, ambos mais adocicados e com uso mais intensivo de violões e de bateria. “Everyday Is A Winding Road” mostra uma mulher refletindo sobre o seu atual partido afetivo e sobre como ele é tão pouco animador quanto estar sozinha. A melodia, com sua agitação bateria, teclados e violões, acaba dando um tom irônico à letra. Com críticas, feitas com muita ironia, à louca tradição americana de armamentismo doméstico e à maneira como políticos e o capitalismo permitem e até incentivam esta tradiação, “Love Is A Good Thing” tem melodia com ótima ginga, onde quando não temos a bateria bem construída, teclado e os acordes breves de violão, temos uma Sheryl mais solta, dando-se ao direito de dar um bom gritinho. “Oh Marie”, balada suave e doce feita com violões, guitarra, bateria, baixo e Wurlitzer, mostra alguém confessando seu amor platônico, através de uma descrição apaixonada da personagem título da canção e de suas atitudes. “Superstar”, de irresistível “bati-cum” pop/rock, feito com doses cavalares de piano, teclado Wurlitzer, violões e bateria, traz à tona o cotidiano de típicos urbanóides festeiros, em suas idas e vindas de celebrações e perambulações para flertar e fazer-se presentes. “If It Makes You Happy” e “Hard To Make A Stand”, “The Book” tem música triste e soturnante, apresentando uma mulher desiludida ao testemunhar que parte de sua vida e cotidano afetivo foi retratado em um livro lançado por um homem que amou. “Ordinary Morning”, apesar da notável ironia e desilusão de suas letras, sobre uma mulher que não se preserva de experiências amorosas desnecessárias, tem melodia que julgo ser uma das coisas mais furiosamente sexy que já ouvi, graças ao piano delicado e ao delírio enlouquecido do vocal de Sheryl, da bateria e da guitarra na sua parte final – rolar em uma cama com um morenão como Matthew Fox ou outra beldade qualquer, ao ritmo desta música, é garantia de sexo desenfreado, com direito até a mordidas no pescoço. “Sad Sad World” é a única música do disco que tem uma melodia mais próximo do country tradicional – os acordes de violão ao fundo não deixam qualquer dúvida – e tem letra que traz as lamentos afetivos de alguem sem a companhia daquele que ama, ironicamente a pessoa que tinha mais dificuldade de lidar.
Este álbum, que tive contato pela primeira vez na fronteira temporal entre o fim de meu colegial e início de minha faculdade, é o melhor da cantora e compositora americana, ao lado de seu disco de estréia – isso sem qualquer dúvida. Suas músicas com letras bem escritas e melodias rascantes, soturnas, tristes e, vez por outra, mais alegres, são o retrato do esforço de uma artista que quis, em um único trabalho, mostrar para a imprensa musical tudo o que era capaz de realizar – Sheryl, depois de sua estréia, tinha sido cogitada por alguns críticos como uma artista de fachada, fruto puro e simples do esforço de produção. A garota resolveu não ficar só reclamando: arregaçou as mangas e produziu ela mesma esse álbum fenomenal, que angariou muitas premiações, teve enorme sucesso comercial e – doce vingança – obteve infindáveis elogios dos crítica musicais. Ouça você mesmo e veja se não estou certo. Baixe o disco utilizando o link e descompacte-o com a senha abaixo.

senha: seteventos.org

http://www.sexuploader.com/?d=I7APA1AX

UMA DICA: use um navegador como o Mozilla Firefox para descobrir, através do seu mecanismo de download embutido, o endereço de download do arquivo no Sexuploader – eu descobri que usando o link verdadeiro com o gerenciador de downloads Flashget você consegue não apenas baixar o arquivo a toda velocidade, mas retormar o download se, por ventura, tiver que pará-lo.

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Rufus Wainwright – Poses (+ 2 faixas bônus) [download: mp3]

Em seu segundo álbum, Rufus Wainwright já vinha demonstrando todo o requinte da poética de suas letras e de suas composições fartas de instrumentação. O álbum do genial cantor, pianista e compositor canadense começa com a irônica e divertida “Cigarettes And Chocolate Milk”, que cita os vícios do cantor, dos mais ingenuamente nocivos, como os itens que entitulam a música, aos mais pesados, que, deliciosamente, Rufus diz em sua canção que por diversas razões não citaria. A melodia tem tremanda docilidade, utilizando, como é comum na musicografia do artista, boas dosagens de piano, orquestração em cordas e teclados suaves. O vocal do cantor brinca com a ironia da letra, deixando-a ainda mais sarcástica – a música é tão irresistível quantos os vícios que ela cita. “Greek Song” é intensamente lírica: a melodia é uma verdadeira orgia orquestral, utilizando uma imensa variedade de instrumentos que constroem uma melodia de sutiliezas orientais e de espetacular grandeza sonora, e a letra é de uma poética impressionante, sobre um homem que fala como seu amante o excita e o seduz e propõe à este uma vida de liberdade e paixão. “Poses”, faixa título do álbum que inicia com um piano tão triste quanto o vocal do artista, acompanhando melodia melancólica e vagarosa, ganha tonalidades mais grandiosas, mas ainda tristes, à medida que a letra, novamente de uma beleza poética esfusiante, avança. E esta trata do mundo das poses, das grifes, das aparências e também, de decadência. “Shadows” tem tecitura melódica pop mais animada, com guitarra, baixo, bateria e programação eletrônica que iluminam a melodia – claro, as orquestrações, soberbamente deliciosas, não faltam aqui. A letra, feita de versos de delírio pop-romântico, tem mais simplicidade do que a das canções anteriores. Na faixa seguinte, “California”, Rufus ironiza todo o glamour da terra das estrelas americanas, mostrando que seus fascínios são tão pueris e falsos que prefere ficar dormindo à viver isso. A melodia, assim como na faixa anterior, envereda por um pop bem animado, recheado de violões de acordes rápidos, bateria cadenciada, backing vocals e de um Rufus aproveitando cada verso de sua música em um cantar vívido. “The Tower Of Learning” é uma das canções mais lindas de Rufus: sua melodia melancólica é construída em um crescendo esplendoroso, baseado em piano de acordes dramáticos, vocais sobrepostos e programação eletrônica lindíssima, que surge espetacular na metade final da canção. A letra é simplesmente uma obra-prima lírica, que utiliza as belezes de Paris como constrate com a profundo sofrimento afetivo do eu lírico da canção – difícil não chorar diante de tamanha beleza. “Grey Gardens” começa com uma fala feminina, logo sobreposta pela melodia viogrosamente pop, com farto uso de acordes de piano e teclado e complementação sonora de bateria, guitarra e baixo. Assim como em “Shadows”, a letra é mais simples, uma canção de amor sem tristezas, apenas exposição de desejos e delírios amorosos. “Rebel Prince” é mais um dos primores dee Rufus: a melodia inicia-se algo quieta e introspectiva, para logo surgir mais vistosa e apaixonada, combinando com o vocal doce e repleto de amor do cantor. A letra combina versos em inglês com trechos em francês, e fala sobre um “príncipe rebelde” que é o pretenso e algo ilusório objeto de amor de quem canta – é uma canção elegantissimamente soberba. “The Consort” tem piano, violões e vocais pesarosos e um pouco sorumbáticos, ganhando metais regenciais na sua sequência final. Na letra, o fiel, solícito e resignado companheiro de uma jovem rainha tenta incentivar-lhe em sua dura caminhada. A faixa seguinte, “One Man Guy”, tem melodia triste baseada apenas em vocais e violão, ambos totalmente dentro do estilo country. A canção, originalmente composta pelo pai de Rufus – que é um artista da música country – é feita de versos de um homem que revela o quão solitária sua vida é – a versão de Rufus é fantástica. “Evil Angel”, em cujas letras alguém revela a sua paixão e seu amor ferido, tem melodia grandiosa, em mais um crescendo vigorosíssimo, produzido pelas orquestração de cordas algo sinistras a lá trilha de suspense e que explodem épicamente com os metais, a primorosa programação eletrônica e o vocal gritante, sem medo, de Rufus – mais uma canção espetacular do artista canadense. A penúltima faixa do disco é “In a Graveyard”. Com melodia simples e delicada, produzida apenas pelos acordes doces e tristes do piano e o cantar emotivo de Rufus, a letra fala sobre as divagações filosófico poéticas de alguém que já se encontra morto mas que conclui feliz, sabendo que um dia voltará à vida. Fechando o disco, temos uma versão alternativa, com uma programção eletrônica mais pop, da primeira faixa do álbum, “Cigarettes And Chocolate Milk”.
Poses” não pode ser considerado uma “evolução” ou “aprimoramento” na discografia de Rufus Wainwright simplesmente porque em seu disco de estréia o cantor e compositor já tinha composto um trabalho feito de melodias sofisticadas, de clara inspiração erudita e operística, e letras de poética abundante. Na verdade, Poses foi mais um álbum em que Rufus trouxe à tona mais músicas de esbanjante qualidade, todas transbordando enorme elegância e erudição. Na mundo da música pop, sem dúvidas, não há ninguém que chegue perto da fabulosa qualidade de Rufus Wainwright. É um disco pelo menos uma vez de uma maneira mais estudada e cuidadosa, destrinchando cada sutileza melódica e lírica que o artista arquitetou.
Baixe já o disco utilizando o link e senha abaixo.

Baixe: http://www.mediafire.com/file/37422771l4boqzj/rufus-poses.zip

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Tori Amos – Strange Little Girls [download: mp3]

tori amos - strange little girls (2001)

Depois de ter presenteado os fãs com o álbum duplo de canções originais e registros ao vivo, o disco to venus and back, boatos de que o novo trabalho de Tori Amos seria um álbum de covers surgiram na net. Como de costume com a cantora, os detalhes foram revelados muito lentamente, e os fãs se surpreenderam ao descobrirem, aos poucos, que o disco estava mesmo tomando esta forma. Apesar do desânimo de alguns, ao constatarem que se trataria de um disco sem sequer uma canção nova, de autoria da própria compositora, outros mostraram-se muito animados, pois a cantora é reconhecidamente uma artista que apresenta covers fantásticos, completamente renovados de sua forma original. E, em se tratando de Tori Amos, este não seria mesmo um simples álbum de covers.
Strange Little Girls vai mais muito mais longe do que apresentar regravações de canções: o disco traz reinvenções e reinterpretações de cada uma de suas 12 músicas, todas compostas por homens, sob o ponto de vista feminino. Para incrementar o projeto e melhor delinear a reinterpretação das músicas, Tori Amos criou um personagem feminino para cada canção e, desta forma, cantou cada verso da música interpretando tal personagem. Os personagens também foram criados visualmente, pois cada um deles apresenta-se no encarte do disco – todos encarnados pela própria Tori -, obtendo, na caracterização de cada um deles, a ajuda do maquiador Kevyn Aucoin. O resultado são 13 personagens, um para cada canção, dentre eles dois – irmãs gêmeas – para uma das músicas.
O disco abre com um clássico da banda Velvet Underground: “New Age”. A versão de Tori, ao mesmo tempo que é moderna, remete à época em que a música foi composta – os anos 70 – devido a presença de acordes de guitarra deliciosamente espaçados, bem ao estilo da trip alternativa daquela década, mas que ganham corpo com o avançar da melodia. Nos vocais, a cantora também não deixa pedra sobre pedra: do início ao fim da música, quando entoa o verso, Tori emposta a voz, como uma mulher apaixonada e cheia de desejo pelo que vive no momento. O verso final da canção, “it’s the beginning of a new age”, torna-se um mantra orgásmico tão intenso que consegue levar qualquer um a berrar junto com ela. Em “’97 Bonnie and Clyde” Tori Amos decidiu liquidar o ritmo da canção original de Eminem – se é que seria possível retirar alguma melodia dali – e o recriou em algo que lembra uma trilha sonora digna de um filme clássico de terror. A melodia inicia com uma sonoridade propositalmente estranha repetida à cada vez que Tori Amos entoa “just the two of us”, o refrão da canção. Quando não se encontra nesse momento, a música tem ao fundo sopros em tom grave e de sonoridade minimalista e cíclica e cordas de acordes que sugerem um suspense contínuo, que parecem antever com temor o horror do acontecido – o trecho melódico que estes intrumentos constroem se repete continuamente pela música toda. Aos poucos também surge uma percussão sincopada em tom marcial, ampliando uma certa sensação de claustrofobia claudicante. Os vocais de Tori são repletos de um sentimento de dor e impotência diante do destino e são susurrados como num esforço reprimido em alguns trechos – é, sem dúvidas, uma melodia incomum até mesmo dentro que Tori apresentou até hoje em sua carreira.
Na sua versão da canção do Stranglers, “Strange Little Girl”, é deliciosamente a mais pop do álbúm:guitarra gingadíssima, bateria esperta e vocais charmosamente raivosos. A letra não foi sequer tocada, mas a personagem que Tori Amos criou para a canção consegue modificá-la totalmente: a mulher da canção é, na verdade, a criança que inadverditamente participou do despojo do corpo de sua mãe junto com seu pai – o assassino desta – na canção anterior à esta, “97 Bonnie and Clyde”. e a garota, evidentemente, vive um eterno conflito do qual não consegue escapar – essa é a canção que melhor mostra a maneira absolutamente fenomenal como Tori Amos conseguiu tornar completamente sua uma canção que não foi por ela composta, sem mexer em uma letra sequer da composição. Preparando a ambientação da música cuja personagem é uma showgirl de um cassino qualquer em Las Vegas, que testemunha diariamente os abusos sofridos pelas suas jovens colegas de trabalho, Tori Amos despiu “Enjoy The Silence” de seus trajes tecnopop do original do Depeche Mode, e resolveu aplicar-lhe um traço de simplicidade, fazendo-o até mesmo quando colocou violinos e violoncelos ao fundo para acompanhar o piano. O vocal que segue o mesmo tom da instrumentação, com Tori cantando os versos com resignado sofrimento. “I’m Not in Love”, canção da personagem algo dark que se encontra envolvida com um homem casado é, junto com “’97 Bonnie and Clyde” uma das canções que foi mais alteradas de sua melodia original. Aqui, Tori arremessou a quilômetros de distância a famosíssima melodia pop-anos-80 do 10cc e concebeu uma melodia com um pé no trip-hop mais soturno e silencioso, baseando-se em acordes e tons minimalistas de bateria e programação eletrônica. Os vocais são tentam ironizar o amante apaixonadao, mas ao mesmo tempo deixam transparecer exatamente o oposto daquilo que é cantado, ou seja, ela também está apaixonada, apesar de não admiti-lo – é uma das canções mais maravilhosamente viciantes do disco. Em “Rattlesnakes”, Tori Amos recompõem a melodia com todos os instrumentos a que tem direito, com farto uso de violões como fundo para os acordes adocicados do teclado, tudo acompanhado por uma bateria e percussão tranquilas. Para melhor personificar na melodia a personalidade impetuosa, fascinante e independente da “girl” desta música, ela utilizou um chocalho, ou algo que o valha, mimetizando o som que o rabo de uma cobra faz ao chacoalhar – charmosíssimo. A versão de Tori Amos para “Time”, de Tom Waits, é profundamente emocionante: o piano Bösendorfer, enfim, dá o ar de sua graça com peso semelhante ao das canções clássicas da cantora, acompanhando com sensibilidade e complacência as notas que compõe esta música e p vocal entristecido de Tori. “Time” é interpretada do ponto de vista de um personagem fascinante: a Morte. Através dela, são cantados os versos de uma canção extremamente triste, que desfila a rotina de alguns personagens com uma vida bastante infeliz, que parecem fazer nada mais do que esperar o seu dia final. Para a canção que apresenta irmãs gêmeas como personagens, criminosas de altíssimo gabarito que trabalham com espionagem econômica, Tori abandonou o sorumbatismo da faixa anterior e sacode o ouvinte com uma melodia rock de sonoridade cinematográfica, altamente hollywoodiana, que serviria com perfeição como tema dos melhores filmes de James Bond – guitarras absurdamente enlouquecidas, gingadíssimas e baterias ritmadas em um dia pra lá de inspirado fazem a base de toda a canção e duelam com a voz duplicada de Tori Amos, que faz frente à toda essa chacoalhante energia rock. Eu não estou exagerando, a mulher arrebentou: a versão de “Heart of Gold” de Tori Amos, com sua melodia gritante, funciona como um hino hedonista, despertando no ouvinte uma vontade irrefreável de levantar-se para dançar como nunca na vida ou, bem no estilo das personagens da canção, pegar uma reluzente pistola automática cromada e sair pela noite invadindo o escritório de uma importante multinacional, sem pensar nas consequências do fato. Ouça: é garantia de gozo múltiplo total. “I Don’t like Mondays” volta à uma temática menos feliz, apresentando como personagem uma policial que vive um drama típico de sua profissão: ela é uma das oficiais que chega à uma escola, depois de ocorrido um daqueles inexplicáveis massacres que só algum norte-americano armado até os dentes, e sem qualquer sinal de sanidade, seria capaz de produzir. A melodia e o vocal da Tori Amos procuram não atrapalhar a atenção do ouvinte à letra canção, sendo utilizados como instrumentos apenas baixo e teclado de acordes suaves e o vocal sendo guiado de forma delicada, conferindo-lhe à canção uma atmosfera de inocência e ingenuidade, o que se contrapõe à violência da realidade ali apresentada. Em “Happiness is a Warm Gun”, Tori Amos ignorou a letra da canção composta pelos Beatles, à exceção de alguns poucos versos, repetidos como um mantra de intenções políticas, e mergulhou numa instropecção sonora que tranformou a canção numa elegia ao desarmamento mundial. Isso já fica claro quando a faixa se inicia, trazendo falas de personalidades da política americana, como o atual presidente George Bush e seu pai, o ex-presidente Bush, sobre a venda legalizada de armas no país. Melodicamente a musica já começa ritmada, com guitarras, baixos, bateria e um teclado nostálgico. A música proseegue desta forma, enquanto as falas dos políticos dão lugar aos poucos versos entoados por Tori. De repente, a melodia dá uma guinada – algo que lembra muito “Dàtura”, do álbum to venus and back, mas é algo mais no estilo eletro-blues -, e segue diminuindo o ritmo cada vez mais, numa lógica inversa à da maior parte das canções, concluindo de maneira esplêndida. A personagem aqui tem tudo a ver com os compositores da música: ela é a prostituta que esteve com o assassino de John Lennon, horas antes de seu assassinato. “Raining Blood”, com sua melodia soturna e mórbida, trazendo um Bösendorfer dark e apoiado por ruídos eletrônicos fatalistas, apresenta como personagem uma artista de clube parisiense assistindo, horrorizada, seu clube ser invadido por soldados da Alemanha nazista. Nos vocais, o tom é equivalente ao da melodia dos instrumentos: Tori entoa os versos em tonalidade sofrida e algo etérea, enchendo a melodia de terror e suspense ainda maior. O suspiro de total desfalecimento perpretado pela cantora ao final da canção atesta ao ovinte a certeza de que se não soubesse se tratar de um álbum de regravações, podería-se afirmar de pés juntos que essa canção foi composta pela própria Tori. Trazendo como personagem uma figura andrógina, que questiona ironicamente nos versos que canta a maneira de ser e de agir socialmente imposta para o homem, “Real Men”, mais uma vez, ludibria o ouvinte com uma música que foi totalmente transformada para o estilo próprio de Tori Amos: a melodia, baseada na grandiosidade do piano, além de discretíssimas participações de baixo e guitarra, é suave e delicada, mas ganha um toque de sarcasmo e ironia devido ao vocal certeiro de Tori Amos. Foi a escolha perfeita para fechar esse projeto denso e indispensável, que surpreendeu até mesmo os menos animados à primeira hora e que mostrou o quanto a cantora e compositora americana é uma artista complexa, de fabulosa genialidade.

Baixe: Tori Amos – Strange Little Girls [mp3]

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Smashing Pumpkins – Adore. [download: mp3]

Smashing Pumpkins - AdoreA banda Smashing Pumpkins tem uma história de existência meio turbulenta e confusa, brigas internas levaram a banda a perder membros, que mais tarde retornarm depois de algum tempo. Tendo sido declarado o fim da banda depois do lançamento de Machina/The Machines of God. Neste ano foi declarado o retorno da banda, que grava neste momento um novo disco – resta saber quem é o Smashing Pumpkins agora, já que James Iha e D’arcy já declararam não estar interessados em fazer parte do retorno.
O início da queda da formação original da banda foi com o disco Adore, lançado em 1998. A mudança foi grande: com a demissão do baterista Jimmy Chamberlin na turnê que promoveu o disco Mellon Collie and the Infinite Sadness, a banda retornou como um trio, apresentando como membros apenas Billy Corgan, James Iha e D’arcy Wretzky. O álbum que este trio concebeu foi sutilmente influenciado pela eletrônica, porém ainda mais repleto de silêncios e soturnismos disolutos, algo que difere bastante da sonoridade primordialmente rock dos discos anteriores, onde as guitarras conduziam a melodia.
“To Sheila” abre o disco e dita as normas melódicas: quietude, placidez e beleza depressiva, atmosfera esta composta por alguns acordes de piano, riffs suavíssimos de guitarra e ainda mais discreta orquestração de cordas e harpas. As letras da música, que falam sobre como a paixão intensa por Sheila muda a realidade de seu amante, também seguem a tônica do disco, e são de um rebuscamento poético quase simbolista. Depois da refinamento sonoro da primeira faixa, a eletrônica mostra um pouco mais de seu influência no disco em “Ava Adore”, belíssima música em que a guitarras e a bateria – em boa parte sintetizada – surgem com presença mais marcante. Os vocais anasalados de Billy Corgan estão igualmente mais empostados em um formato mais rock nesta faixa, e as letras formam uma ode estranha à um amor de certa forma doentio e dependente. “Perfect” surge gostosamente ritmada, com bateria e eletrônica ritmada e esparsas guitarras de fundo; a letra, prossegue na temática do disco, sobre as reflexões de um homem ao declarar o fim de seu relacionamento afetivo. Em “Daphne Descends” temos uma eletrônica composta por ruídos chapados e camadas de instrumentos que confundem o ouvinte e compõem com exatidão a atmosfera das letras da canção, onde Daphne vê-se dominada por um amor contra o qual não consegue lutar. Com melodia brilhantemente emotiva, composta por violões e bateria melancólicos e sutis iluminuras eletrônicas – que constroem a sensação de distanciamento e perda -, “Once Upon a Time” seja talvez uma maneira de Corgan de exteriorizar o seu sofrimento pela perda de sua mãe, já que a letra fala justamente de um filho que já não consegue mais levar à frente a sua vida sem a presença daquela que o criou – a canção é uma das músicas mais lindas já gravadas pela banda. “Tear” é uma das canções mais emblemáticas deste álbum: sua música tem trabalhadíssima harmonia grandiloquente, que se dá ao luxo de ser pontuada por dois momentos de inquietante calma sonora, um deles logo após a abertura dramática, que é o tema que é extendido ao longo da canção. A letra, que trata do sentimento de desnorteamento diante da morte de alguém amado em uma fatalidade, é lírica ao extremo, digna de ser considerada um poema apócrifo do “Eu” de Augusto dos Anjos. E a tristeza, solidão e sofrimento prosseguem na letra de “Crestfallen”, que trata mais uma vez de uma relação afetiva turbulenta e apoiada na dependência mútua; sua melodia faz uso delicado de toda sua instrumentação, mas sua identidade é marcadamente sintetizada. “Appels + Oranjes” se utiliza do eletronismo sincopado que marca também a terceira faixa do álbum, e tem letras baseadas quase que totalmente em questionamentos reflexivos a vagos. “Pug” tem uma melodia desigual mais deliciosa, meio rock, meio eletrônica, com uso saboroso tanto de riffs de guitarra quanto de bateria eletrônica, assimo como acontece na esplêndida “Ava Adore”. As letras são forjadas no desejo intenso despertado por uma paixão devassante. Mais à frente temos, “Annie-Dog”, canção com melodia mais acústica, baseada quase que primordialmente em um piano de acordes graves e bateria econômica e com letra um pouco confusa, mas que novamente fala sobre o amor á uma mulher. “Shame”, “Behold! The Nightmare” e “Blank Page” por outro lado, utilizam-se de letras mais lineares – sendo que as duas últimas são um pouco mais elaboradas e poéticas -, compostas basicamente por versos de lamentação romântica. A melodia delas também investe em eletrônica e acústica simplificadas, onde tudo foi muito bem organizado para não escapar à atmosfera de melancolia romântico-saudosista das letras – “Blank Page” sendo a mais sorumbática e contemplativa das três. Porém, Adore guarda uma pequeno acalento para os que sentiram falta de composições que remetessem ao estilo que consagrou a banda: a suavidade cadenciada do piano, bateria e vocais em grande parte da melodia de “For Martha”, bem como o repentino soar seguro das guitarras, lembram muito algumas músicas do álbum anterior da banda, Mellon Collie and the Infinite Sadness.
Não há como entender porque um disco tão bem trabalhado não tenha feito sucesso entre os fãs do grupo, fracasso esse que, junto com as divergências internas, levou a banda a separar-se. A única resposta que imagino possível é a de que a maior parte dos fãs dos Smashing Pumpkins à época era feita não de fãs da banda propriamente dita, mas do rock guiado pelas guitarras do grupo. Desta forma, faz sentido que estes “fãs” tenham abandonado o Smashing Pumpkins em dretimemento de uma outra banda qualquer no estilo, tão logo tenham verificado a mudança de sua sonoridade. Isto é, no mínimo, uma tremenda limitação cultural desses fãs ocasionais da banda, uma vez que não possuem a maturidade e flexibilidade musical necessárias em sua personalidade para entender que todo artista vai apresentar mudanças em sua produção artística ao longo de sua carreira. Isto é inegável. Acorrentar-se à um único estilo é muito mais danoso aos que apreciam a arte do que àqueles que a produzem: o resultado disso, bem sabemos hoje, são pessoas que não tem qualquer tipo de conhecimento sobre o mundo exterior à seu micro-universo de preferências, sendo incapazes de compreendê-lo e avaliá-lo adequadamente. Os guetos musicais, culturais e comportamentais estão todos aí para nos demonstrar isso todo santo dia. Graças à tudo que é sagrado – não necessarriamente aquilo que é divino -, eu venci esta limitação tão logo a percebi insidiosamente querendo estar em minha personalidade. E “vive la différance!”

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O tema Ritorna v. 1.6.5 foi adaptado deste tema. Seteventos™ - 2005